Autor: Catherine Anderson
Data de Publicação: Setembro de 2010
Editora: Arcádia
Páginas: 433
ISBN: 978-989-28-0027-1
Zeke Coulter é um solteirão convicto e não revela quaisquer intenções em casar. Até que compra o rancho vizinho ao de Natallie Petterson, uma mulher muito atraente e divorciada, mãe de duas crianças, uma família completamente doida e um ex-marido envolvido em negócios obscuros. Quando o filho pré-adolescente de Natalie vandaliza a propriedade do vizinho, e esta se vê incapaz de pagar os estragos, Zeke oferece-lhe a possibilidade de que a divida seja paga com o trabalho do rapaz no rancho. Zeke tenta incutir alguma responsabilidade no rapaz e enquanto o faz começa a dar-se conta da grande reviravolta que se está a processar na sua vida. Natalie tem uma voz maravilhosa mas não acredita no seu talento nem na possibilidade de singrar no mundo da música. Mas, depois de a ouvir, Zeke está não só determinado a provar-lhe que tem talento mas também em demonstrar-lhe que há homens dignos de confiança. E, naturalmente acaba por a seduzir. Mas a atracção crescente entre ambos é ameaçada por algo que pode condenar a sua felicidade.
Ai, suspiro mais um livro desta autora que adorei, só tenho pena de não ter tido mais tempo para o poder ler mais depressa.
É uma linda história de amor, tal como a autora já nos habituou, adorei a maneira como a história se foi desenrolando, como da uma das personagens foi descobrindo os seus sentimentos apesar de todos os problemas.
Eu nem sei que palavras utilizar para descrever como é que uma história assim nos deixa tão sonhadoras e leves, eu pelos menos fiquei como que a pairar, e o livro que comecei a ler a seguir foi difícil conseguir entrar na história visto estar ainda digamos de ressaca deste.
As personagens são muito bem estruturadas ao longo da narrativa vai nos sendo apresentado os seu passado ao poucos e tudo o que acontece na narrativa encaixa perfeitamente como num puzzle.
Recomendo vivamente.
Autor: Evelyn Waugh
Data de Publicação: Outubro de 1982
Editora: Moraes Editora
Páginas: 327
ISBN:
O romance mais nostálgico e reflectido de Evelyn Waugh, «Reviver o Passado em Brideshead», recorda a idade de ouro antes da Segunda Guerra Mundial. Conta a história da profunda atracção de Charles Ryder pelos Marchmain e o rápido declínio do mundo em que estes viviam.
Outra decepção, trouxe este livros e os repectivos dvds da série da biblioteca, porque uma amiga me disse que era muito bom, mas depois de levar uma semana para ler o livro, não vou pegar nos dvds vou devolvê-los sem ver.
O livro é uma autêntica seca não há acção nenhuma, andam de festa em festa, de bebedeira em bebedeira, um não gosta da família porque diz o que querem controlar e que o sufocam, outro adora a família do amigo porque na dele ninguém lhe liga, enfim.
Achei um livro muito maçador e que as personagens carecem de carácter.
Autor: Joyce Maynard
Data de Publicação: Julho de 2011
Editora: Porto Editora
Páginas: 220
ISBN: 978-972-0-04537-9
Esta é a história de Henry, Adele e Frank, e de um longo fim-de-semana que mudou as suas vidas. Henry é um rapaz de 13 anos, solitário, sem amigos, que passa a maior parte do tempo a ver televisão, a ler e a lidar com o despertar da sua sexualidade. As suas únicas companhias são a mãe, há muito divorciada, e Joe, um hamster; as suas únicas saídas são com o pai distante e a nova família deste, aos sábados à noite, para ir jantar. Apesar dos seus esforços, Henry sabe que não consegue fazer feliz a mãe, Adele, uma mulher emocionalmente frágil. Adele tem um segredo que a leva a refugiar-se em casa e que parece ter destruído a sua vida.
Mas toda esta situação muda quando entra nas suas vidas Frank, um homem misterioso que se encontra ferido e pede ajuda a Henry. No longo fim-de-semana que passam juntos, Henry vai aprender algumas das lições mais valiosas da vida: a dor intensa do ciúme, o poder da traição e a importância de colocar os outros, principalmente os que amamos, acima de nós próprios. Vai aprender sobretudo que vale a pena esperar pelo verdadeiro amor.
Joyce Maynard, através de uma escrita poderosa, fala-nos do amor, da paixão, da vivência dolorosa da adolescência e da traição, através dos olhos de um rapaz de 13 anos - e do homem em que ele depois se tornou.
Confesso que estava um pouco de pé atrás por causa da sinopse que deixa algo a pairar no ar. Fiquei com medo que fosse algum livro sobre abusos ou maos tratos a crianças, mas a curiosidade levou a melhor e neste caso ainda bem.
Adorei a história, que se revelou muito melhor daquilo que esperava, afinal não há maus tratos nem abusos de ninguém, é simplesmente a história de um menino, que nos leva a pensar no tempo quando erámos crianças e na nossa inocência, pois a história é contada pelo menino.
É um daqueles livros que dá gosto ler, as personagens parecem reais, a história desenrola-se sem grandes preâmbulos, muito bom.
Autor: Rui Vicente
Data de publicação: Junho de 2006
Editora: Edições ASA
Páginas: 173
ISBN: 972-41-4791-6
É de amor à primeira vista que se fala neste romance. Vasco, advogado, apaixona-se por Catarina, assistente de bordo, à entrada do avião que o traz de umas férias na Grécia para Lisboa. Era Setembro e ela sorria. Ele, decidido a não lhe perder o rasto, escreve-lhe ao chegar a casa. Ela, mais tarde, telefona-lhe e encontram-se. Mas tudo corre mal e a história de Vasco e Catarina parece acabar aí.
Porque o amor, seja lá ele o que for, é o mais intrigante dos mistérios, os nossos protagonistas hão-de reencontrar-se noutra altura, noutro lugar. E é um livro que ele escreve para ela, por a amar, que os vai reunir de novo.
Se fosse um filme, "A Mais Bela nas Alturas" seria certamente uma comédia romântica. Num estilo leve e refrescante em que o humor e a ternura estão sempre presentes, o autor encena o jogo da sedução como uma partida de xadrez em que, passo a passo, cada contendor, auxiliado pelos seus confidentes para as questões sentimentais, Afonso e Alexandra, procura antecipar o próximo movimento do antagonista e conquistar uma posição.
No fim, celebra-se o amor onde ele começou - à entrada de um avião.
Como se diz em dado momento da obra, a vantagem dos livros é que vivemos neles o que na vida falha.
Um livro que mais uma vez me desiludiu, ao ler a sinopse fiquei com a sensação de ser uma história de amor, mas quando o li fiquei a pensar que se era essa a intenção do autor é uma história de amor muito fraca e sem grande conteúdo, o início parece prometedor, mas à medida que a narrativa se desenrola, a coisa degrada-se e perde toda a magia inicial.
Autor: Alan e Irene Brogan
Data de Publicação: Julho de 2010
Editora: ASA
Páginas: 255
ISBN: 978-989-23-0932-2
Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus.
Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas - frequentemente difíceis, sempre solitárias - sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro… Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los.
Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos.
Bem o que chorei com este livro, e confesso que fiquei chocada pelo maneira como eram tratados nos orfanatos.
Se os tiravam aos pais dizendo que os pais não tinham condições para os criar, e então eles que nem sequer os preparam para quando tinham de sair de lá.
É um livro muito forte, cheio de sentimentos, por vezes tive de largar a leitura estava a ficar muito angustiada e ansiosa com as situações.
Mas por outro lado adorei a história de amor, que nos dias de hoje já é raro ver uma história de amor tão duradoura, e tão forte.
Um livro que desperta dois tipos de sentimentos amor e ansiedade.