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segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Abadia Profanada


Autor: Monserrat Rico Gôngora
Data de Publicação: Maio de 2010
Editora: Planeta Editora
Páginas: 267
ISBN: 978-989-657-084-2


Baseado numa história verídica a demanda do Graal pelos nazis no mosteiro de Montserrant em Barcelona. Montserrat Rico Góngora consegue que a literatura ilumine a essência obscura da história não contada, e escreve um romance comovedor de uma época em que viver foi, uma vez mais, um acto de rebeldia e esperança.

Confesso que foi muita expectativa que comecei a ler este livro, mas acheio muito fraco, já me tinha desiludido com o anterior livro da autora e agora com este também.
Começa muit empolgante, mas depois a história começa a arrastar-se e começa a ficar maçadora sem ter nada que ver com o início.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Passageiros da Neblina


Autor: Monserrat Rico Gongóra
Data de Publicação: Julho de 2009
Editora: Planeta
Páginas: 240
ISBN: 978-989-657-022-4


Em Setembro de 1930, Aleister Crowley chega inesperadamente à cidade de Lisboa, com o pretexto de conhecer Fernando Pessoa, com quem se corresponde há algum tempo, em torno dos interesses comuns em astrologia e esoterismo.

É o poeta que o recebe no Cais da Rocha do Conde de Óbidos.

Pouco mais se sabe, com segurança, sobre o que se passou entre eles.

Crowley, conhecido por muitos como a Besta 666, é uma das figuras mais enigmáticas do seu tempo.

Expulso de Itália por Mussolini, sobre ele recaem as acusações de culto ao demónio e práticas de magia negra.

Dias depois da sua chegada a Lisboa, o mágico ocultista vai a Sintra jogar uma misteriosa partida de xadrez e desaparece nos penhascos da Boca do Inferno, deixando atrás de si uma críptica nota de suicídio.

A imprensa agita-se com o seu desaparecimento e as informações contraditórias que surgem a propósito.

Cresce a especulação em torno do envolvimento de Pessoa na suposta encenação macabra.

E se a razão da visita de Crowley tivesse sido outra e não apenas conhecer Pessoa?

A partir do famoso encontro, a escritora cria uma história sobre uma maldição com mais de cem anos, que atravessa gerações, onde personagens fictícias convivem com outras personalidades reais, como Charles Darwin, George Everest e o jornalista Augusto Ferreira, amigo do poeta.

Um caso de polícia intrigante, novos crimes, uma família atravessada por silêncios, loucura e amores secretos, as lutas religiosas e políticas da época, a simbologia e as práticas maçónicas – este é o universo dos Passageiros da Neblina, um livro que transporta o leitor para a mágica Sintra do século XIX.


Uma verdadeira confusão, no início do livro ainda se percebia alguma coisa, mas assim que cheguei a meio tive sérias dúvidas a continuar, pois deixei de perceber patavina do que estava a ler e a acção tornou-se muito enfadonha e maçadora.
Estava com grandes expectativas em relação a este livro, mas foram todas goradas e bem goradas, não me prendeu nada pelo contrário esta leitura foi um suplício.