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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A Rapariga e o Espelho

Autor: Cecilia Ahern
Data de publicação: Julho de 2011
Editora: Editorial Presneça
Páginas: 102
ISBN: 978-972-23-4566-8



Da bem conhecida autora de P.S. - Eu Amo-te, este livro inclui dois contos tão sedutores quanto estranhos e originais. Entre a magia e o esplendor, com certo pendor nostálgico, não deixa de transmitir uma ironia ligeiramente perversa que mexe com as emoções do leitor.

 Lila nem quer acreditar na sorte que tem... Encontrou o homem dos seus sonhos e está prestes a casar com ele. Mas quando um segredo do passado da família é revelado, exatamente no dia do seu casamento, a sua vida muda da forma mais inesperada...

Estas pequenas história fizeram-me lembrar nas história de fadas e princesas que nos lê quando somos crianças, só tenho é pena de os finais serem um pouco dúbios sem grandes certezas.
Por outro também achei um livro bastante estranho para uma autora que consegue escrever romances tão emocionantes e sensíveis que me deixam a chorar o livro praticamente todo e depois sair-se com umas história destas que não parecem fazer muito sentido.
E eu que estava com uma enorme curiosidade em ler este livro, esperando que fosse como os que ela nos habitou.
Quero agradecer à minha amiga Clarinda do blogue Ler é Viver o empréstimo.



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O Livro do Amanhã



Autor: Cecelia Ahern
Data de Publicação: Outubro de 2011
Editora: Editorial Presença
Páginas: 277
ISBN: 978-972-23-4621-4



Com mais de um milhão de exemplares vendidos em quinze países, O Livro do Amanhã é o novo romance da autora de P. S. - Eu Amo-te.

Tamara Goodwin tem dezasseis anos e vive confortavelmente numa mansão moderna com seis quartos, habituada a ter tudo o que quer quando quer. Mas, quando o pai morre deixando inúmeras dívidas, Tamara e a mãe não têm outra alternativa senão vender tudo e ir viver com parentes para um lugar distante e isolado junto ao castelo de Kilsaney. Para Tamara o choque parece inultrapassável, até que um dia uma biblioteca itinerante chega à vila trazendo consigo um misterioso livro encadernado a couro e fechado com um cadeado dourado…


Realmente estava cheia de expectativas acerca deste livro, pois desta autora já tinha lido os anteriores e só não tinha gostado do "Um Lugar Chamado Aqui".
Mas não sei o que pensar deste livro pois achei uma história mesmo estranha, e se não fosse o mistério implícito desde o início que não o teria acabado de ler.
Quando comecei a gostar mais do livro foi no final quando se começa a desvendar o que se passou no passado, para mim acho que teria gostado mais se a história tivesse sido contada ao contrário desde o passado até aos dias de hoje.
Achei as personagens com pouca consistência, mesmo a Tamara apesar de ser adolescente, fazia tudo de uma maneira muito estranha, parece que não tinha personalidade própria deixa-se influenciar pelas amigas e fazia exactamente aquilo que elas faziam.
Já a mãe Jennifer, muito pouco interessada na filha, deixava-a fazer o que bem lhe apetecia para poder, desfrutar de massagens e afins, podendo levar a filha com ela a essas mesmas massagens e tentar dar-lhe um pouco mais de atenção.
Acho que era também por falta de atenção que ela fazia o que fazia para tentar chamar atenção, já que tinha aquilo tudo que queria menos atenção, e uma família um pouco mais normal que o que estava habituada.
De início até tive um pouco de pena da Rosalen, parecia ter sempre tanto que fazer, e com tanta gente a depender dos seus cuidados, afinal tudo não passava de uma espécie de máscara, pois nada era mesmo assim, depois comecei a ficar desconfiada, quando ela não queria deixar a Jenifer ser vista por um médico.
Agora desta autora só me falta ler A Rapariga e o Espelho" e "O Meu Encontro com a Vida", espero não me desiludir com nenhum deles.
Mais uma vez quero agradecer à minha amiga Clarinda do blog Ler é Viver, pelo empréstimo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A Prenda

Autor: Cecilia Ahern
Data de Publicação: Novembro de 2009
Editora: Editorial Presença
Páginas: 264
ISBN: 978-972-23-4249-0

Todos os dias Lou Suffern, um arquitecto bem-sucedido de Dublin, travava uma batalha inglória com o relógio, na tentativa vã de responder às múltiplas solicitações profissionais, familiares e sociais. Vivia a um ritmo vertiginoso. O seu desejo de sucesso afastou-o do que era realmente importante na sua vida. E assim foram correndo os dias até àquela gelada manhã de terça-feira em que resolveu oferecer um café a Gabe, o sem-abrigo que costumava sentar-se perto da entrada do seu escritório. À medida que o Natal se aproxima e que Lou vai privando mais de perto com Gabe, a sua perspectiva do tempo vai-se alterando... Emocionante e divertida, esta narrativa onde está sempre presente o espírito de Natal, faz-nos reflectir sobre a importância do tempo e rever as prioridades na nossa própria vida.


À medida que fui lendo o livro fazia-me lembrar o filme Um Homem de Família com Nicholas Cage.
Gosto muito dos livros desta autora, mas desta vez talvez por estar a ligar o livro com o filme foi-me mais difícil lê-lo embora estivesse a gostar, pois a temática é a mesma.
As personagens são muito credíveis, embora para mim o Lou Suffern seja um parvalhão de primeira que só tem tempo para aquilo que quer e descura a família, tudo por causa de uma promoção que parece o fruto mais apetecido de todo o escritório com toda a gente a querer apresentar serviço para cair nas boas graças do patrão.
Adorei o Gabe, que assim que entrou logo no início desconfiei de quem ele seria realmente e do que iria acontecer, e até pensei que ele no final desse um jeito à coisa e não deixasse acontecer o que aconteceu.
Leiam o livro que é muito bom.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Obrigada pelas Recordações


Autor: Cecelia Ahern
Data de Publicação: Outubro de 2010
Editora: Editorial Presença
Páginas: 340
ISBN: 978-972-23-4456-2


Filha do ex-primeiro-ministro irlandês, a autora bestseller Cecelia Ahern é, tal como afirma o The Irish Times «a rainha do conto de fadas moderno». Prova disso é que Ahern reforça neste novo livro - Obrigada Pelas Recordações - um jogo entre a imaginação e a realidade. Como é possível conhecermos os pensamentos e sentimentos de uma pessoa com quem nunca sequer nos cruzámos? Foi esta a experiência vivida pela irlandesa Joyce Conway, a narradora, depois de ter tido alta do hospital na sequência de um grave acidente de viação. Um livro caracterizado por uma linguagem simples, acessível e divertida.



Um livro que começa de uma menira trágica, mas conforme se vai desenrolando torna-se divertido, os encontros e desencontors entre Joyce e Justin, tem vezes que são hilariantes, já para não falar das tiradas do pai da Joyce.
Um livro mesmo da autora , divertido e ao mesmo tempo leve consegue prender logo no início, e cada vez que a história tem novos desenvolvimentos, mais agarrados ficamos, com imensa vontade de saber o que se vai passar a a seguir.
Um muito obrigado à amiga que mo emprestou.

domingo, 11 de outubro de 2009

P.S - Eu Amo-te




Quase todas as noites Holly e Gerry tinham a sua private discussion - qual dos dois é que se ia levantar, enfrentar o frio soalho de tijoleira e voltar tacteando pateticamente para a cama? Comprar um candeeiro de mesa-de-cabeceira parecia não fazer parte dos seus planos, e assim o episódio da luz repetia-se cada noite, num ritual cómico a que nenhum desejava, aparentemente pôr termo. Agora, ao recodar esses momentos de pura felicidade, Holly sentia-se perdida num presente sem Gerry. Mas ele conhecia-a demasiado bem para a deixar no mundo sozinha e sem rumo. Por isso, imaginou uma forma engenhosa de perpetuar ainda por algum tempo a sua presença junto da mulher que amava, incentivando-a a aprender a viver de novo. Como é que se sobrevive à perda de um grande amor? Na primeira parte da narrativa, Holly ter-nos-ia simplesmente respondido: não se sobrevive. Mas Holly sobreviveu! P.S - Eu Amo-te é uma narrativa admirável sobre a coragem, a amizade e o amor. A sua adaptação ao grande ecrã, com o título P.S - I Love You, é já uma realidade.
Confesso que este livro me levou às lágrimas por inúmeras vezes, é tão emocionalmente forte, tão emotivo que é muito díficl resistir-lhe. Por vezes também me imaginei na situação da Holly e penso que não conseguiria ser tão forte como ela.
Uma história muito romântica , muito simples mas ao mesmo tempo muito forte, foi díficil chegar ao fim tive que o largar imensas vezes por ser tão forte que me estava a deixar em baixo. Leiam-no que não se vão arrepender.