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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

DN Contos Digitais - Parte 1

O DN - Diário de Notícias, esteve a lançar ebooks grátis de contos de autores portugueses. Foram cerca de 30 os contos, com uma grande variedade de géneros e temas. Irei fazer breves resumos com a minha opinião sobre os vários contos divididos em vários posts. 

Afonso Cruz
A Queda de um Anjo

Dos contos que li até agora, foi o texto menos cativante e marcante, tive de reflectir durante algum tempo sobre o tema do conto, tentando relembrar o que teria lido. Não me lembrava da personagem  o titulo não me ajudava, e só o "queda" do titulo me dizia algo. Não é um bom exemplo da escrita do autor, e o conteúdo é quase nulo. Não é linear como inicialmente aparenta ser, havendo uma reviravolta no fim do conto, mas ficamos indecisos quanto à mensagem que o autor deseja passar. Serão os maus tratos importantes para a história?

Mário de Carvalho
A Porrada

Um texto muito fraco a todos os níveis. Mário Carvalho, escritor experiente e com bons trabalhos, apresenta-nos aqui uma péssima "amostra" do que será capaz. Para quem nunca tinha lido nada do autor, certamente não terá curiosidade de ler mais alguma texto dele.
Resumidamente o conto é parvo e inócuo. Chega a não estar "bem escrito" e não tem interesse absolutamente nenhum, o que o autor, tenta aqui fazer, já foi mais que explorado e de modo bastante mais interessante.


Inês Pedrosa
Quartos de Hotel

Gosto bastante da autora, tem dois livros que recomendo lerem, "Fazes-me Falta" e "Fica comigo esta noite", agora este conto... Não direi que está mal escrito, nem que se lê mal, mas precisava de mais desenvolvimento. A ideia até poderia ter interesse, mas depois fica um pouco aquém  porque não criamos empatia com nenhuma personagem.




Para inicio, tive azar e li 3 bastante pouco interessantes, esperemos que melhore.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Os Livros que Devoraram o Meu Pai


Autor: Afonso Cruz
Data de Publicação: Janeiro de 2010
Editora: Editorial Caminho
Páginas: 128
ISBN: 978-972-21-2095-1


Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.


Com o comentário que li da minha amiga Gaminha fiquei curiosa para o ler, fui logo fazer pesquisa na biblioteca e para meu azar havia um exemplar, mas estava emprestado, tive que reservar e esperar.
E ainda bem que esperei fui buscá-lo na Terça e ontem li-o de um folégo, também não é muito grande para levar muito tempo a ler.
Ao início ainda achei a história um pouco estranha, mas depois comecei a achar piada e a leitura foi decorrendo a grande velocidade.
É uma história engraçada e bem disposta, onde fiquei com vontade de ler outro livro que é falado na narrativa Fahrenheit 451, tenho que o trazer da biblioteca, eu que pensava que o título tinha alguma coisa a ver com experiências ou algo do género, mas afinal é a temperatura a que arde o papel.
Recomendo é um livro bem divertido, obrigada Gaminha por me atiçares a curiosidade.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Os livros que devoraram o meu pai

Os livros que devoraram o meu pai

Autor: Afonso Cruz
Data de Publicação: 2010
Editora: Editorial Caminho
Páginas: 128
ISBN: 9789722120951

Sinopse
"Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo.

Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras."


Para mim, um pequeno grande livro. Um livro que dá para ler em 3 ou 4 horas, mas o qual não esquecemos facilmente.
A história é-nos contada por Elias Bonfim, que no seu 12º aniversário recebe um presente especial da sua avó: a chave para o sótão onde irá encontrar a biblioteca do pai. Elias irá então iniciar a sua viagem à descoberta. E o encantador neste livro, é a maneira subtil como pela visão de uma criança, viajamos por obras, por sentimentos de culpa e dúvidas. Elias ir-se-à "perder" nos livros tal como o seu pai se perderá 12 anos antes.

Recomendo este livro vivamente.