Autor: David Liss
Data de Publicação: Outubro 2006
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 351
ISBN: 9789728839710

Sinopse
Um livro que sempre me suscitou imensa curiosidade pelos ingredientes e época que abordava. Um "caça ladrões", como é designado na obra, português e judeu, vê-se envolvido num assassinato e numa rápida sentença à morte. Os acontecimentos da obra entram em velocidade relâmpago e de um momento para o outro é julgado, condenado e ajudado a fugir. A sinopse não promete mais que um policial e assim é, contudo a descrição histórica fraqueja em vários momentos, assim como por várias vezes mais parece que nos encontramos na Inglaterra da revolução industrial. As descrições são pobres e não conseguem ajudar no envolvimento do leitor na história. A personagem principal, Benjamin Weaver, consegue gerar alguma simpatia, como a maioria dos heróis injustamente acusados e a tentar provar a sua liberdade. Com alguma pena fica a memória de um livro pouco interessante e de um autor que não deverei repetir.
"Condeno-o à morte por enforcamento, Sr. Weaver, pelo hediondo assassinato que levou a cabo.” Ao ouvir a sentença do juiz, Benjamim Weaver, judeu português, antigo pugilista, actual caçador de criminosos e futuro mestre do disfarce, começa um dos dias mais infelizes da sua vida. Atirado para a terrível prisão londrina de Newgate, Weaver terá de empregar a sua considerável energia e inteligência para fugir para as ruas fedorentas da capital. Na sua mente, apenas um desejo: quem se deu a tanto trabalho para o incriminar por um assassinato que não cometeu? E as coisas só vão piorar, como revela David Liss em O Grande Conspirador, uma novela exuberante na Londres do século XVIII, repleta de acção, aventura, humor e uma teia de conspiração que envolve os mais poderosos do império britânico.
Um livro que sempre me suscitou imensa curiosidade pelos ingredientes e época que abordava. Um "caça ladrões", como é designado na obra, português e judeu, vê-se envolvido num assassinato e numa rápida sentença à morte. Os acontecimentos da obra entram em velocidade relâmpago e de um momento para o outro é julgado, condenado e ajudado a fugir. A sinopse não promete mais que um policial e assim é, contudo a descrição histórica fraqueja em vários momentos, assim como por várias vezes mais parece que nos encontramos na Inglaterra da revolução industrial. As descrições são pobres e não conseguem ajudar no envolvimento do leitor na história. A personagem principal, Benjamin Weaver, consegue gerar alguma simpatia, como a maioria dos heróis injustamente acusados e a tentar provar a sua liberdade. Com alguma pena fica a memória de um livro pouco interessante e de um autor que não deverei repetir.