terça-feira, 5 de agosto de 2014

Relógio Biológico



Autor: Jane Green
Data de publicação: Abril de 2008
Editora: Ulisseia
Páginas: 355
ISBN: 978-972-568-597-6


Em Relógio Biológico, Jane Green, utiliza o seu toque mestre na caracetização da fase da maternidade na vida das mulheres modernas, profissionais e cosmopolitas, acabadas de sair dos seus tempos de jovens e descomprometidas. Este livro não é sobre filhos, é sobre três amigas cujas vidas foram, de um dia para o outro, viradas do avesso devido à sua nova condição de mães! Julia é, aparentemente, uma produtora de televisão de sucesso. Envolvida numa relação de longa data com Mark, mas desapaixonada, Júlia pensa que ter um bebé pode ser a solução. No extremo oposto está Maeve, uma mulher inquieta e intempestiva, uma executiva brilhante que faz sempre o que lhe apetece e foge de qualquer tipo de relação mais séria. Como irá reagir a uma gravidez não planeada? Finalmente há Samantha, que se casou e tenta ser a mãe e a mulher perfeita. Mas a chegada do bebé contribui, e muito, para complicar a sua outrora pacífica vida conjugal. Será que um affair pode ser a solução para os seus problemas? Em Relógio Biológico Jane Green debruça-se sobre uma fase da vida comum a grande parte das mulheres: quando o relógio biológico começa a funcionar.



Um livro que foi um fartote de riso, diverti-me imenso a ler este livro e para além de ser uma história divertida é também ternurenta e cheia de amor.
Este livro faz lembrar aquelas séries que são divertidas e ao mesmo tempo muito ternurentas.
Realmente não me lembro se já li algum livro da autora, mas a verdade que é que depois deste livro tenho vontade mas mesmo muita vontade de ler mais.
Tenho de agradecer mais uma vez á minha amiga Vera Neves, pelo empréstimo.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A Mulher-Casa



Autor: Tânia Ganho
Data de publicação: Maio de 2012
Editora: Porto Editora
Páginas: 376
ISBN: 978-972-0-04594-2



Ela é uma modista de chapéus pouco conhecida; ele, um ghostwriter de políticos menores e personalidades duvidosas. Quando trocam a pacata Aix-en-Provence pela imponente Paris, levam consigo toda uma bagagem de sonhos e promessas de glamour. Porém, o crescente sucesso profissional do marido depressa reduz Mara ao papel de mãe e dona de casa, arrastando-a para um abismo de solidão e desencanto.

É então que se envolve com Matthéo, um jovem chef mais novo do que ela, e de súbito se vê enredada numa espiral de sentimentos contraditórios onde a lealdade, a luxúria e o dever encerram as agonizantes perguntas: poderá uma adúltera ser uma boa mãe? Poderá ela esperar que este amor proibido a salve de si mesma e da sua falta de fé?



Um livro que embora já tenha passado algum tempo desde que o li, ainda não sei bem o que pensar dele.
Uma coisa é certa ficamos logo de início agarrados à história, mas a história em si faz lembrar e muito a condição das mulheres Portuguesas no início do século passado, em que dependiam do marido para tudo ou quase tudo e nada podiam fazer sem ele, ficando confinadas ao lar e à educação dos filhos e o trabalho que realizavam para poderem contribuir para o orçamento familiar, muitas vezes costurando para fora não era visto como trabalho.
Dei por mim muitas vezes a odiar tanto Mara como o marido, pois por vezes parecem nem reparar um no outro.
Mesmo assim estou curiosa por ler mais da autora.

domingo, 3 de agosto de 2014

A Luz de Um Novo Dia


Autor: Torey Hayden
Data de publicação: Junho de 2010
Editora: Editorial Presença
Páginas: 376
ISBN: 978-972-0-04594-2


Torey Hayden tem pela frente um ano escolar que constituirá talvez um dos desafios mais exasperantes e recompensadores da sua carreira. Da turma que lhe foi atribuída fazem parte Billy, um rapaz que transborda agressividade, Shane e Zane, dois gémeos afectados pela síndrome alcoólica fetal, Jesse, um menino que sofre de síndrome de Tourette, e Venus, uma rapariga de sete anos que não fala nem reage a qualquer estímulo, excepto quando sente o seu espaço ameaçado. Torey, com a sua dedicação e sensibilidade, tentará chegar a estas crianças que tanto precisam dela, enfrentado obstáculos e revelações dolorosas, para as resgatar do seu sofrimento e lhes proporcionar a esperança de um novo dia.



Já não é o primeiro livro que leio desta autora e de cada vez que leio um fico surpreendida como há pessoas que conseguem fazer certa e determinadas coisas às crianças, não terão consciência que as roa?
Eu sei que por vezes por mais bem intencionados que sejamos as crianças conseguem tirar-nos do sério, mas mesmo assim chegar ao ponto de mal- tratar crianças que ficam com graves sequelas e marcadas pelo menos psicologicamente acho demais.
è um livro muito forte, que não deixa ninguém indiferente, tal como todos os livros da autora que li até agora.

sábado, 2 de agosto de 2014

Noivas de Guerra



Autor: Anthony Capella
Data de publicação: Setembro de 2007
Editora: Edições ASA
Páginas: 447
ISBN: 978-972-41-5280-6


Tal como o bestseller Receitas de Amor, este livro é um prazer para os sentidos
Na melhor tradição de romances como Chocolate e O Bandolim do Capitão Corelli, chega-nos um relato mágico de paixão, delícias gastronómicas e Itália.
O capitão James Gould chega à Nápoles da Segunda Guerra Mundial com a missão de desencorajar os casamentos entre soldados britânicos e as suas belas namoradas italianas. Quando se torna demasiado bom no seu trabalho, as jovens locais conseguem que ele empregue Livia, uma rapariga de uma aldeia do Vesúvio, como sua cozinheira, na esperança de que as suas qualidades fantásticas na cozinha - para já não falar na sua beleza - o distraiam. Sob a sua influência, James deixa de se preocupar com assuntos tão pouco importantes como as noivas de guerra, o mercado negro e a corrupção da máfia, entre outros, pois o tempo passado na cozinha pode ser tão divertido e excitante como o próprio banquete da vida! Mas quando o Vesúvio entra em erupção, destruindo a aldeia de Livia, ele tem de escolher entre obedecer a ordens ou ao coração.



Eu acho que este livro é impróprio para quem anda a fazer dieta, uma vez que fala bastante em refeições e como prepará-las, é de deixar uma pessoa com água na boca.
De qualquer das maneiras acho que é um livro com uma história linda de amor, fraternidade, inter-ajuda e muito mais um livro que fala ao coração.
Como é possível que o amor faça uma pessoa desistir de tudo e fazer o caminho oposto daquilo que tinha idealizado.
E claro está como guerra transforma as pessoas normais em desesperadas, famintas tanto de amor como de alimento, impressionante.
Mais um livro que é uma lição de vida.
Estou mesmo com vontade de ler outros livros do mesmo autor.
Muito obrigada à minha amiga Vera Neves pelo empréstimo.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Quando Nietzsche Chorou



Autor: Irvin D. Yalom
Data de publicação: Abril de 2007
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 319
ISBN: 972-8839-35-9


Uma história maravilhosa acerca do amor, da redenção e do poder da amizade.

Friederich Nietzsche, o maior filósofo da Europa, está no limite de um desespero suicida, incapaz de encontrar cura para as insuportáveis enxaquecas que o afligem. Josef Breuer, médico distinto e um dos pais da Psicanálise, aceita tratar o filósofo com uma terapia nova e revolucionária: conversar com Nietzsche e, assim, tornar-se um detective na sua cabeça.
Pelas ruas, cemitérios e casas de chá da Viena do sec. XIX, estes dois gigantes do seu tempo vão conhecer-se um ao outro e, fundamentalmente, conhecer-se a si próprios.E no final não é apenas Nietzsche que exorciza os seus fantasmas. Também Breuer encontra conforto naquelas sessões e descobre a razão dos seus próprios pesadelos, insónias e obsessões sexuais.
Quando Nietzsche Chorou funde realidade e ficção, ambiente e suspense, para desvendar uma história superior sobre amor, redenção e o poder da amizade.



Confesso que foi um livro difícil de ler, achei muito maçudo e repetitivo.
O que mais me entusiasmou foi o final, pois o livro parecia que não andava para a frente, anda constantemente em volta do mesmo sítio e estava difícil de sair de lá.
Realmente não sei o que me fez trazer o livro da biblioteca, ainda há lá outro do mesmo autor, mas sinceramente não sei se me atrevo a trazê-lo.