Autora: Patrícia Cornwell
Data da Publicação: 1999
Editor: Editorial Presença
Páginas: 308
ISBN: 9789722325141
Sinopse
"Aquela véspera de Natal ficara marcada pelo aparecimento do cadáver de um jovem mulher num dos muitos recantos do Central Park. Kay Scarpetta, a detective dos policiais de Patricia Cornwell, fora chamada para resolver o caso. Um caso que afinal envolveria um dos mais temidos serial-killers da América com quem Scarpetta já se tinha violentamente defrontado. Mas desta vez, Scarpetta começara a receber sinistras mensagens informáticas que indiciam que seria ela a próxima vítima daquele cruel assassino... Mais um inteligente policial da genial Patricia Cornwell a enriquecer a colecção O Fio da Navalha."
Um livro que ao contrários dos outros que li da mesma autora, não me interessou. Não cativou e chegou a aborrecer. Neste livro a autora não nos mostra só o serial-killer inteligente e sádico, mas dá-nos também a conhecer mais um pouco da personagem principal - Kay Scarpetta, assim como os seus amigos, amantes e familiares.
"Aquela véspera de Natal ficara marcada pelo aparecimento do cadáver de um jovem mulher num dos muitos recantos do Central Park. Kay Scarpetta, a detective dos policiais de Patricia Cornwell, fora chamada para resolver o caso. Um caso que afinal envolveria um dos mais temidos serial-killers da América com quem Scarpetta já se tinha violentamente defrontado. Mas desta vez, Scarpetta começara a receber sinistras mensagens informáticas que indiciam que seria ela a próxima vítima daquele cruel assassino... Mais um inteligente policial da genial Patricia Cornwell a enriquecer a colecção O Fio da Navalha."
Um livro que ao contrários dos outros que li da mesma autora, não me interessou. Não cativou e chegou a aborrecer. Neste livro a autora não nos mostra só o serial-killer inteligente e sádico, mas dá-nos também a conhecer mais um pouco da personagem principal - Kay Scarpetta, assim como os seus amigos, amantes e familiares.
Obviamente o assassino tem como obsessão a doutora e como tal ela e todos os que a rodeiam correm perigo. É neste ponto que tudo começa a aborrecer, é excessivo a tentativa da autora mostrar que o livro podia ser mais que um policial. O que não faz sentido, quando queremos um romance, pegamos num romance, quando queremos um policial pegamos num livro como este e não esperamos muito mais que mortes, mistério e perseguições. Neste livro a autora passa metade do livro a falar das relações da doutora, das suas duvidas, dos seus receios, dos seus medos de que algo de muito mau pode acontecer à sobrinha. Desnecessário e aborrecido.


