quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A rapariga que odiava livros

Uma animação imprescindível num blog como este.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Por Ti Resistirei

Autor: Júlio Magalhães
Data de Publicação: Julho de 2011
Editora: Esfera dos Livros
Páginas: 263
ISBN: 978-989-626-325-6


Carlos e Nicole conheceram-se nas ruas de Paris. As tropas alemãs avançavam em passo forte e determinado, mas todos acreditavam que a capital francesa estava a salvo da loucura de Adolf Hitler. Enganavam-se. Em poucas semanas, as tropas nazis estavam às portas de Paris e milhares de refugiados procuravam salvação. Nicole encontrou-a em Bordéus pelas mãos do embaixador Aristides de Sousa Mendes que lhe entregou um visto para chegar até Portugal, onde finalmente cairia nos braços do seu amado. Longe da guerra, longe do perigo, longe do estigma de ser judia, seria finalmente feliz. Mas há preconceitos que são difíceis de quebrar e mais uma vez os dois amantes são obrigados a seguir caminhos diferentes.

Carlos fica em Lisboa, entre os negócios do pai, um homem influente na sociedade salazarista e a doença da mãe. Nicole parte para Londres, uma cidade que vive dias dramáticos sob a ameaça de ser bombardeada pela aviação alemã. Participa no esforço de guerra da melhor forma que sabe, vestindo a farda de enfermeira, pondo em risco a sua vida para ajudar os outros. Na esperança de conseguir esquecer Carlos. Contudo no meio dos escombros da Segunda Guerra Mundial há um amor capaz de resistir a tudo.



Bem não sei se não foi a melhor altura para ler este livro, se o que foi, mas este não me prendeu tanto como os outros, este pareceu mais superficial, mais distante, nem às personagens me consegui ligar, e eu que gostei tanto dos outros que li deste autor.
A melhor parte do livro penso que foi lá mais para o final quando tudo se estava a complicar para se resolver, e depois no final, há um, não sei como explicar faltam-me as palavras, agora nem me consigo lembrar da quantidade de tempo que já tinha passado, mas não tivemos mais notícias dos pais de Carlos, nomeadamente da sua mãe, por quem se sentia tão ligado, acho que a história ficou um pouco à quem do costume.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O Amor está no Ar

Autor: Dorothy Koomson
Data de Publicação: Fevereiro de 2010
Editora: Porto Editora
Páginas: 336
ISBN: 978-972-0-04171-5

Deixe-se levar pela magia do amor...

Depois de sair de Londres para seguir o seu desejo de mudar de vida, Ceri D'Altroy jura abandonar definitivamente as suas manias de casamenteira. Isto porque parece que a sua simples presença acaba por incentivar as pessoas que encontra pelo caminho a mudar de vida.

No seu novo emprego, conhece Ed que decidiu declarar o seu amor por uma mulher que o enlouquece; Mel e Claudine, dois amigos de longa data que resolvem iniciar um romance ilícito; e Gwen, a chefe de departamento que é uma fumadora compulsiva e esconde um segredo profundo e sombrio que só quer partilhar com a sua nova funcionária.

Quem entra em contacto com Ceri, nunca mais volta a ser o mesmo.
Será ela o Cupido dos tempos modernos?



Lá me vou repetir outra vez, mas creio que este é o primeiro livro que leio desta autora, e confesso que fiquei rendida.
A sua escrita simples e fluída deixa-nos presos logo no início do livro e neste em que também vamos aos poucos sabendo mais e mais acerca da personagem principal, faz com que seja difícil parar de ler, pois queremos sempre saber o que se irá passar a seguir. Identifiquei-me tanto, mas tanto com a Ceri, pois quando andava na escola podia-se dizer que não tinha amigos, já que só me falavam quando precisavam de ajuda ou queriam fazer de mim a sua ouvinte privilegiada das suas desgraças e pedir concelhos, o que me fazia enterrar as cabeça nos livros daí gostar tanto de ler.
O final foi mesmo brilhante não estava nada à espera que acontecesse, como nos últimos capítulos desconfiei que acontecia mas acabou por não se realizar, mas não digo o quê, se quiserem saber terão de ler.
Recomendo vivamente, um livro para saborear e degustar com calma.

sábado, 28 de julho de 2012

Descalças

Autor: Elin Hilderbrand
Data de Publicação: Julho de 2010
Editora: Contraponto
Páginas: 317
ISBN: 978-989-666-082-6


Três mulheres -carregadas com crianças e alguns problemas emocionais óbvios -chegam ao aeroporto de Nantucket numa quente tarde de Verão. Vicki, mãe de dois rapazes, estáa tentar aceitar a notícia de que tem uma doença grave; a irmã, Brenda, foi despedida do seu prestigiado emprego de professora universitária por manter uma relação íntima com um estudante; e a amiga de ambas, Melanie, após sete tentativas falhadas de fertilização invitro, está finalmente grávida -depois de descobrir que o marido tem um caso. Com o intuito de sarar as feridas, apanhando sol e sentindo a areia nos pés, "fugiram"para Nantucketsem saber que encontrariam Josh, um desconhecido que mudará as suas vidas. Será que a adorável casa de férias, que pertence à família há gerações, vai ser suficientemente grande para o turbilhão de emoções que a invade? Descalças une estas quatro vidas numa história irresistível. Um romance tão divertido, memorável e agridoce quanto a própria vida.


É caso para se dizer ufa, mas não me interpretem mal, adorei, fiquei rendida logo no início a escrita é fluída, e de fácil leitura, mas o tema é forte, tem partes que me levaram às lágrimas e fiquei com aperto no peito.
São várias histórias dentro de uma história, é muito emocionante, e as personagens vão-se desvendando ao longo da narrativa, o final é muito diferente daquilo que estava à espera, fiquei surpreendida.
Um livro maravilhoso, foi a minha estreia com esta autora, que agora fiquei curiosa para saber se os outro também serão assim.
Fiquei com a sensação de que todas as personagens ao longo da narrativa vão crescendo na sua maturidade e assim conseguindo ultrapassar os obstáculos e dificuldades com que se cruzam.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Os Jogos da Fome

Os Jogos da Fome

Autor: Suzanne Collins
Data de Publicação: 2009
Editora: Editorial Presença
Páginas: 260
ISBN: 9789722342391

Sinopse
Num futuro pós-apocalíptico, surge das cinzas do que foi a América do Norte Panem, uma nova nação governada por um regime totalitário que a partir da megalópole, Capitol, governa os doze Distritos com mão de ferro. Todos os Distritos estão obrigados a enviar anualmente dois adolescentes para participar nos Jogos da Fome - um espectáculo sangrento de combates mortais cujo lema é «matar ou morrer». No final, apenas um destes jovens escapará com vida… Katniss Everdeen é uma adolescente de dezasseis anos que se oferece para substituir a irmã mais nova nos Jogos, um acto de extrema coragem… Conseguirá Katniss conservar a sua vida e a sua humanidade? Um enredo surpreendente e personagens inesquecíveis elevam este romance de estreia da trilogia Os Jogos da Fome às mais altas esferas da ficção científica.


Terminei o livro agora e li-o em cerca de 24 horas, um pouco menos até, visto estar a trabalhar 9, mas a parte disso, é um livro interessante. Cativa, é rápido de ler e com uma linguagem muito fácil; afinal é um juvenilia. Já saiu em filme e quase de certeza que funcionará bem, tem material que chegue para ser um filme de acção razoável.

Eu sei que estou a ser um pouco contraditória, afinal se o li num dia e se não lhe aponto nenhum defeito, porque é que não demonstro mais entusiasmo... Pois, teve a ver com o desfecho da obra. Claramente um fim para poder escrever mais dois outros livros (já escritos e até publicados entre nós). Se tivessem terminado o livro e se não lhe forçassem tanto o romance entre as duas personagens principais, ficaria muito mais adepta do livro.

A sinopse explica, quanto basta, o livro e este está bem conseguido e mesmo sendo para jovens, não está demasiado simples e as personagens estão desenvolvidas, tem personalidade, defeitos e qualidades. Os ambientes estão bem descritos e tudo, mas aquele forçar para que tudo corresse bem, mas ao mesmo tempo que ficasse meio em aberto... não me convenceu.

Acho que se decidirem ler o livro, vão gostar, quase de certeza e vão querer comprar os dois que completam a trilogia, eu é que preferia algo diferente como final.