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domingo, 5 de outubro de 2014

Vermelho da Cor do Sangue



Autor: Pedro Garcia Rosada
Data de publicação: Julho de 2011
Editora: Edições ASA
Páginas: 302
ISBN: 978-989-23-1544-7


Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha.

«Não Matarás» é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.



Mais um livro que me deixou de boca aberta, tal como o anterior adorei.
Fiquei presa logo no início.
Foi com grandes expectativas que o comecei a ler, depois ler "n" de comentários só a elogiar, o que me fez ficar cheia de curiosidade e assim que tive oportunidade nem pensei duas vezes.
Mas tenho de confessar que se não fosse o alarido que muitos dos meus amigos têm feito acerca dos livros deste autor acabavam por me passar ao lado, pois não me lembra uma única vez de ver propaganda como fazem com certos livros.
Agora só me resta esperar que a amiga que mos emprestou, me empreste o último para poder acabar de ler esta série.
Por último, mas não me esqueci desta vez quero agradecer à minha amiga Carla Faleiro do blogue Café de Letras pelo empréstimo.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A Cidade do Medo



Autor: Pedro Garcia Rosado
Data de publicação: Julho de 2010
Editora: Edições ASA
Páginas: 293
ISBN: 978-989-23-0951-4


Para a Polícia, a morte violenta de um sem-abrigo cuja identidade é quase impossível de determinar não é uma ocorrência a que se possa dedicar muito tempo. Mas a situação altera-se na manhã seguinte: aparecem mortos, da mesma maneira, mais dois sem-abrigo na Baixa de Lisboa. E, dois dias depois, são três os sem-abrigo atacados. O serial killer começa, porém, a deixar pistas - e estas apontam para um culto satânico, mas também para a maçonaria. Com o medo a instalar-se em Lisboa, onde o assassino vai multiplicando os seus actos de violência, e enquanto Joel Franco começa a descobrir as origens desta vaga de crimes, o presidente da Câmara de Lisboa e um seu discreto aliado na própria PJ percebem quem é o autor das mortes: o homem que quiseram transformar em bode expiatório quando começou a correr mal o comércio ilícito de terrenos na zona do projectado aeroporto da Ota. No qual pontificara o presidente da Câmara quando ainda era ministro do Ambiente… E em breve vão estar frente a frente dois homens que, à sua maneira, procuram justiça: o assassino propriamente dito e Joel Franco, que tenta vingar a morte de um amigo de infância em cada homicida que persegue. É bem provável que ambos desafiem a antiquíssima norma que regula a sociedade humana: «Não matarás.»


Foi a minha estreia com este autor e confesso que fiquei rendida logo nas primeiras páginas.
Ao longo do livro toda a trama se vai complicando e esclarecendo-se ao mesmo tempo, adorei, é capaz de prender o leitor até ao fim e não desilude.
E o inspector Joel Franco é muito terra-a-terra e segue os seus instintos, simples e humilde consegue cativar-nos com a sua inteligência.
A leitura dest elivro foi uma descoberta maravilhosa de um novo autor.

sábado, 2 de agosto de 2014

Noivas de Guerra



Autor: Anthony Capella
Data de publicação: Setembro de 2007
Editora: Edições ASA
Páginas: 447
ISBN: 978-972-41-5280-6


Tal como o bestseller Receitas de Amor, este livro é um prazer para os sentidos
Na melhor tradição de romances como Chocolate e O Bandolim do Capitão Corelli, chega-nos um relato mágico de paixão, delícias gastronómicas e Itália.
O capitão James Gould chega à Nápoles da Segunda Guerra Mundial com a missão de desencorajar os casamentos entre soldados britânicos e as suas belas namoradas italianas. Quando se torna demasiado bom no seu trabalho, as jovens locais conseguem que ele empregue Livia, uma rapariga de uma aldeia do Vesúvio, como sua cozinheira, na esperança de que as suas qualidades fantásticas na cozinha - para já não falar na sua beleza - o distraiam. Sob a sua influência, James deixa de se preocupar com assuntos tão pouco importantes como as noivas de guerra, o mercado negro e a corrupção da máfia, entre outros, pois o tempo passado na cozinha pode ser tão divertido e excitante como o próprio banquete da vida! Mas quando o Vesúvio entra em erupção, destruindo a aldeia de Livia, ele tem de escolher entre obedecer a ordens ou ao coração.



Eu acho que este livro é impróprio para quem anda a fazer dieta, uma vez que fala bastante em refeições e como prepará-las, é de deixar uma pessoa com água na boca.
De qualquer das maneiras acho que é um livro com uma história linda de amor, fraternidade, inter-ajuda e muito mais um livro que fala ao coração.
Como é possível que o amor faça uma pessoa desistir de tudo e fazer o caminho oposto daquilo que tinha idealizado.
E claro está como guerra transforma as pessoas normais em desesperadas, famintas tanto de amor como de alimento, impressionante.
Mais um livro que é uma lição de vida.
Estou mesmo com vontade de ler outros livros do mesmo autor.
Muito obrigada à minha amiga Vera Neves pelo empréstimo.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Rapaz do Pijama às Riscas



Autor: John Boyne
Data de publicação: Novembro de 2007
Editora: Edições ASA
Páginas: 176
ISBN: 978-972-41-5357-5


Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…



Um livro pequeno mas com uma grande história, cheia de emoções fortes.
Adorei este pequeno livro que toca num tema bastante sensível.
O final deixou-me de rastos confesso, mas era apropriado ao livro.
Este livro só corroborar que as crianças não fazem distinções entre elas, que a sua inocência só não as protege dos maus sentimentos e pensamentos de quem devia tomar conta delas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A Vida em Surdina



Autor: David Lodge
Data de publicação:Maio de 2009
Editora: Edições ASA
Páginas: 335
ISBN: 978-989-23-0476-2


Quando decide pedir a reforma antecipada, o professor universitário Desmond Bates nunca pensou vir a sentir saudades da azáfama das aulas. A verdade é que a monotonia do dia-a-dia não o satisfaz. Para tal contribui também o facto de a carreira da sua mulher, Winifred, ir de vento em popa, reduzindo o papel de Desmond ao de mero acompanhante e dono de casa. Mas o que o aborrece verdadeiramente é a sua crescente perda de audição, fonte constante de atrito doméstico e constrangimento social. Desmond apercebe-se de que, na imaginação das pessoas, a surdez é cómica, enquanto a cegueira é trágica, mas para o surdo é tudo menos uma brincadeira. Contudo, vai ser a sua surdez que o levará a envolver-se, inadvertidamente, com uma jovem cujo comportamento imprevisível e irresponsável ameaça desestabilizar por completo a sua vida.



Um livro que nos deixa a pensar nas pessoas com dificuldades auditivas, pois como para a maioria de nós não tem essa dificuldade nunca nos apercebemos de como por vezes é difícil para eles.
Mas mesmo assim no final deste livro fiquei com alguma dificuldade me pontuar o livro, pois a personagem passar por certas situações embaraçosas que se devem a ele ser pelo meu ponto de vista muito inocente, sem malícia, se desconfiasse mais talvez não desse por ele ali tão encurralado, enfim...
Foi a primeira vez que li algo deste autor e confesso que nem sei que pensar, pois também partes houve que me escaparam devido a certas partes, pelo menos para mim serem como que chinês, quando o personagem começa a divagar sobre o que lhe aconteceu ou as suas dificuldades.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

À Procura de Alaska



Autor: John Green
Data de publicação: Fevereiro de 2012
Editora: Edições ASA
Páginas: 254
ISBN: 978-989-231-682-6


Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa."
Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional.
Nunca mais nada será o mesmo.



Desde que o li "A Culpa é das Estrelas" do mesmo autor fiquei com curiosidade de ler mais.
E de início confesso que achei o livro um pouco disparatado, mas mesmo assim não conseguia parar de ler, e à medida que a história foi avançando a minha opinião acerca do livro foi mudando.
Comecei a achar uma história embora triste, achei um lindo hino à amizade, pelo menos fiquei com essa sensação ao chegar ao final do livro.
Quero agradecer à minha amiga Clarinda do Blogue Ler é Viver pelo empréstimo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A Mais Bela nas Alturas




Autor: Rui Vicente
Data de publicação: Junho de 2006
Editora: Edições ASA
Páginas: 173
ISBN: 972-41-4791-6


É de amor à primeira vista que se fala neste romance. Vasco, advogado, apaixona-se por Catarina, assistente de bordo, à entrada do avião que o traz de umas férias na Grécia para Lisboa. Era Setembro e ela sorria. Ele, decidido a não lhe perder o rasto, escreve-lhe ao chegar a casa. Ela, mais tarde, telefona-lhe e encontram-se. Mas tudo corre mal e a história de Vasco e Catarina parece acabar aí.
Porque o amor, seja lá ele o que for, é o mais intrigante dos mistérios, os nossos protagonistas hão-de reencontrar-se noutra altura, noutro lugar. E é um livro que ele escreve para ela, por a amar, que os vai reunir de novo.
Se fosse um filme, "A Mais Bela nas Alturas" seria certamente uma comédia romântica. Num estilo leve e refrescante em que o humor e a ternura estão sempre presentes, o autor encena o jogo da sedução como uma partida de xadrez em que, passo a passo, cada contendor, auxiliado pelos seus confidentes para as questões sentimentais, Afonso e Alexandra, procura antecipar o próximo movimento do antagonista e conquistar uma posição.
No fim, celebra-se o amor onde ele começou - à entrada de um avião.
Como se diz em dado momento da obra, a vantagem dos livros é que vivemos neles o que na vida falha.


Um livro que mais uma vez me desiludiu, ao ler a sinopse fiquei com a sensação de ser uma história de amor, mas quando o li fiquei a pensar que se era essa a intenção do autor é uma história de amor muito fraca e sem grande conteúdo, o início parece prometedor, mas à medida que a narrativa se desenrola, a coisa degrada-se e perde toda a magia inicial.



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Os Ingredientes do Amor

Autor: Nicky Pellegrino
Data de Publicação: Junho de 2010
Editora: Edições ASA
Páginas: 334
ISBN: 978-989-23-0849-4



A receita para a vida devia ser simples: amor, família, amigos, saúde e uma boa dose de delícias gastronómicas. Mas a vida raramente é simples. Alice sabe também como ela pode ser frágil, por isso quer desfrutá-la ao máximo… e nunca se sente tão viva como quando está a cozinhar. Por seu lado, Babetta passou a vida a cuidar da família. Mas agora os filhos já cresceram e seguiram os seus próprios caminhos, deixando-a só na sua pequena casa junto à costa italiana.
 Um Verão, as vidas destas duas mulheres vão unir-se numa pequena aldeia no Mediterrâneo, sob a linguagem comum da comida e do amor pela terra. Vai ser aí, sob o calor do sol italiano, ou a sombra da romãzeira, que segredos serão desvendados, e medos e esperanças partilhados. Mas as lições da vida nem sempre são fáceis de aprender…
Nicky Pellegrino está de volta com um romance de fazer crescer água na boca e inspirar os corações mais obstinados.


Bem este livro é daqueles que temos de ter cuidado quando o vamos ler, pois da maneira como a autora fala de comida ao longo de todo o livro somos levadas a comer e a ficar com vontade de ir comer.
Achei uma história um pouco triste, pensei que fosse uma coisa mais alegre mais movimentada, mas a história por vezes parece arrastar-se, ou a mim me pareceu, fiquei com vontade de ir morar para uma vila em Itália, a autora sabe descrever as paisagens, fazendo-me lembrar as descrições das paisagens nos livros da Elizabeth Alder.
Adorei aquela tranquilidade que aprecia emanar da vila, que o tempo lá passava de outra maneira, uma pessoa fica a sentir-se indolente e cheia de preguiça com vontade de passar o resto do dia estiraçada sem nada fazer a não ser ler e ver o tempo passar como a velha Babetta.
A velhota foi a minha preferida durante todo o livro, parece que dela vinha uma sabedoria e uma calma que fazia falta aos outros todos, pois pareciam estar sempre ou a fugir de algo ou à procura de algo.



sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A Culpa é das Estrelas






Autor: John Green
Data de Publicação: Setembro de 2012
Editora: Edições ASA
Páginas: 255
ISBN: 978-989-23-2094-6



Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita.

PERSPICAZ, ARROJADO, IRREVERENTE E CRU, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e comovente que o premiado autor John Green nos apresentou até hoje, explorando de maneira brilhante a aventura divertida, empolgante e trágica que é estar-se vivo e apaixonado.



Um livro intenso que não nos deixa indiferentes, já não é o primeiro livro que leio sobre esta temática, e dou por mim tão embrenhada no livro que até sou capaz de sentir as dores que as personagens estão a descrever que sentem.
O final deixou-me com a dúvida se haveria continuação, pois parece-me ter ficado como que em suspenso, e nunca pensei que houvesse aquela reviravolta.
O final é tão mas tão sentido que chorei baba e ranho literalmente, até tive de largar o livro respirar fundo e depois voltar a epgar nele, é um livro que se deve ler com muita concentração  e de ânimo leve.
Ao longo de todo o livro vamos conhecendo aos poucos a vida díficil de cada um dos personagens, e que nos deixa a pensar que embora seja ficção há relamente pessoas que passam pelo que é descrito no livro, e nós qaundo temos qualquer contrariedade lamentamo-nos como se fosse o fim do mundo, se tivessémos de passar pelo que os protagonistas passaram que diríamos.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Uma Noite de Amor


Autor: Mary Balough
Data de Publicação: Fevereiro de 2012
Editora: Edições ASA
Páginas: 366
ISBN: 978-989-23-1235-4~



Numa manhã perfeita de Maio…
Neville Wyatt, conde de Kilbourne, aguarda a sua noiva no altar. Mas, para espanto geral, em vez da bela jovem que todos conhecem aparece uma mendiga andrajosa. Perante a nata da aristocracia, o perplexo conde olha para ela e declara que é Lily, a sua mulher! Ao olhar para aquela que em tempos desposou, que amou e perdeu nos campos de batalha de Portugal, ele compromete-se a honrar o seu compromisso… apesar do abismo que agora os separa.
Até que Lily fala com franqueza…
E afirma querer começar de novo… e que Neville a ame verdadeiramente. Para isso, sabe que terá de estar à altura das expectativas dele, o que a leva a aceitar ser dama de companhia da sua tia e aprender as boas maneiras. A determinada Lily rapidamente conquista a admiração da alta sociedade, demonstrando ser uma condessa à altura do seu conde. Por seu lado, Neville está disposto a tudo para provar à sua formidável mulher que o que sentiu por ela no campo de batalha foi muito mais que desejo, muito mais do que o arrebatamento de…
Uma noite de amor.



Bem mais uma linda história de amor. Este livro foi a minha estreai com esta autora e estou mesmo desejosa de ler o seguinte.
O tema deste livro é a história de amor entre a doce Lily e o major Neville Wyatt, que se conhecem numa altura de rebeldia por parte do major e que desde daí as suas vidas ficam entrelaçadas e quando pensam que já não se irão ver tudo volta a acontecer.
Duas almas que de início ficaram juntas pela guerra, e separadas pela mesma guerra, e se saberem que tanto um como outro anseiam pelo reencontro.
O major preso da angústia de ter perdido a sua Lily, prepara-se para ficar preso num casamento sem amor, em que os laços que perduram são os da amizade e camaradagem, que sempre existiram entre ele e a sua prometida, mas pode-se dizer que foi salvo pela sua Lily que apareceu no momento mais oportuno para a felicidade de ambos.
As personagens ao longo da história vão nos contando o que aconteceu entre Lily e o major na dita guerra, e como isso alterou tudo na suas vidas, e mais espantoso ainda no final Lily revela-se ser afinal uma dama de nascimento, estando no nível acima do major,e não inferior como se pensava, mas ainda não fica por aqui, por detrás de tudo isto ainda se esconde um segredo com quase 21 anos.
Ao longo da história vamos acompanhando o desabrochar de Lily, e isso deixa-nos a pairar de felicidade.
Todas as personagens têm os seus problemas interiores, Lily mais que os outros, pois não se encaixa no mundo de Neville e sente-se perdida sem saber que é, mas isso não fica por aqui pois a sua identidade ainda vai dar muitas voltas, já para não falar do que ela passou no cativeiro.
Mas com a ajuda de todos os amigos e dos novos parentes, já para não falar do amor de Neville vai ajudá-la a ultrapassar tudo e viver a sua vida feliz ao lado de quem mais ama.
Certas descrições de paisagens deixam-nos maravilhados, e o livro tem uma cadência e uma história contada de maneira simples, numa escrita fluída que nos deixa encantados logo no início, levando- nos a pairar ao longo do livro.
O final deixa-nos tão alegres e risonhos.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As Novas Meninas dos Chocolates



Autor: Annie Murray
Data de Publicação: Março de 2012
Editora: Edições ASA
Páginas: 459
ISBN: 978-989-23-1774-8


Na sua juventude, Edie, Ruby e Janet partilhavam sonhos enquanto se dedicavam à deliciosa tarefa de fazer chocolates na famosa fábrica Cadbury, em Inglaterra. Duas décadas depois, o mundo está radicalmente diferente e as vidas das amigas também. Agora, a geração seguinte está a crescer e a enfrentar os seus próprios desafios.
Greta, a filha da temperamental Ruby, é tão bela quanto infeliz. A sua vida familiar foi sempre instável, o que a levou a procurar refúgio junto das suas amigas, na fábrica de chocolates Cadbury, onde também trabalha. Mas tudo vai piorar com o regresso da sua detestável irmã, Maureen. E assim, enquanto Inglaterra vive a euforia da louca década de 1960, Greta precipita-se para um casamento que rapidamente destruirá os seus sonhos românticos. Grávida e sem-abrigo, é acolhida pela maternal Edie e pelo marido, Anatoli. Mas o amor e segurança deste refúgio em breve serão despedaçados por uma tragédia que mudará as suas vidas para sempre…
Uma heroína inesquecível, uma história de destinos cruzados, segredos antigos… e um amor capaz de mudar tudo.


Tal como o volume anterior, é uma história muito boa, muito envolvente, em que encontramos as mesmas personagens, mas mais velhas e com outras responsabilidades, e vamos acompanhá-las numa nova fase das suas vidas.
Algumas das personagens continuam com os seus problemas interiores, outras têm novos problemas interiores e tentam resolvê-los, por vezes fazendo asneiras das quais mais tarde se arrependem, mas que só os faz aprender e conhecer melhor os seus sentimentos e as suas ambições.
Acho que neste volume Eddie passar a fazer um papel tipo o que desempenhado pela Frances do volume anterior.
Neste livro chorei aba e ranho de tão emotivo e fascinante, já sem a maldição da guerra mundial a pairar pelas suas vidas. Embora com David a coisa se complique e tenha de lutar por um país que cada mais se questiona se será realmente o dele.
É um livro grande mas que se lê muito bem e nos deixa no final com o coração aconchegado.
Quero agradecer novamente à minha amiga Carla Faleiro do blog Café de Letras.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

As Meninas dos Chocolates


Autor: Annie Murray
Data de Publicação: Outubro de 2011
Editora: Edições ASA
Páginas: 492
ISBN: 978-989-23-1613-0



Edie, Ruby e Janet são amigas e dedicam-se a fazer chocolates na famosa fábrica Cadbury, em Inglaterra. As suas vidas poderiam ser de sonho, não fossem as atribulações familiares e a eclosão da Segunda Guerra Mundial.
Edie casa muito jovem. A sua fé no futuro é ilimitada mas o destino tem outros planos para ela. Com apenas dezanove anos, Edie enfrenta a guerra sozinha e tomada pela dor após a perda do marido e do filho. Até que uma noite, durante um bombardeamento, uma criança abandonada é deixada ao seu cuidado…
Entretanto, a sua jovial amiga Ruby, apesar do medo de ficar solteirona, acaba por se casar com Frank, desconhecendo o seu carácter temperamental.
E há também Janet - inteligente, bondosa e atraída pelos homens errados. Profundamente magoada pela sua última relação amorosa, Janet está convencida de que nunca mais se apaixonará.
Mas David, a criança que Edie acolhe, conquista o coração de todos. E quando tem idade suficiente para questionar a sua verdadeira identidade, David vai novamente transformar as suas vidas e proporcionar-lhes algo com que nunca sonharam …
Três mulheres cujas vidas são marcadas pela amizade, a guerra e o amor por uma criança.


O título deste livro levou-me um pouco ao engano, pensei que contava a história de umas mulheres que tinham aberto uma fábrica de chocolates, feitos por elas.
Mas tal revelou-se não ser nada disso eram chamadas as meninas dos chocolates porque trabalhavam na fábrica da Cadbury, e o tema do livro centra-se na vida dessas três raparigas que de início o que tinham em comum era trabalharem no mesmo sítio, mas que ao longo da narrativa se tornaram grandes amigas.
Adorei, este livro é daqueles que nos prende logo no início, a história por vezes torna-se bastante dura visto que se passa no período da Segunda Guerra Mundial, e há partes muito fortes. A escrita é simples e fluída, as personagens são cativantes, cada uma com os seus problemas interiores e digamos exteriores, que com a ajuda umas das outras tentam superar.
Todas têm pelo menos um segredo, que conforme vão ganhando confiança umas com a outras vão contando e no final todas parecem estar bem.
Realmente pensei que um livro tão grande ia ser muito maçudo, mas não torna-se muito fluído e quando o comecei a ler tive de me obrigar a parar e li logo metade de uma vez.
Conforme a história via avançando e chegamos à parte mais crítica da guerra é nos descrito como ficaram as ruas bombardeadas, como as pessoas se uniam e se refugiavam em abrigos e igrejas, e que havia voluntários para levar feridos ao hospital e os que perdiam as casas aos centro de acolhimento.O final tem o seu quê de tristeza, mas também uma réstia de alegria, mais não digo porque vale bem a pena lê-lo, pois é muito bom.
Um muito obrigado à minha amiga Carla Faleiro do blog Café de Letras que mo emprestou.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Procuro-te


Autor: Lesley Pearce
Data de Publicação: Novembro de 2009
Editora: Edições ASA
Páginas: 400
ISBN: 978-989-23-0646-9



Daisy tem apenas vinte e cinco anos quando a mãe morre nos seus braços. Embora saiba há muito que foi adoptada, sempre se sentiu amada pelos pais e pelos irmãos. Para Daisy, aquela é a sua família. Todavia, o luto vai abalar o equilíbrio doméstico e revelar rivalidades encobertas. A serenidade dá lugar à devastação, e a jovem sente que é a altura certa para partir em busca das suas raízes e confrontar-se com o passado.
Na ânsia por saber mais sobre Ellen, a sua mãe biológica, e à medida que vai desvendando a história da família, Daisy descobre as duras verdades por detrás do seu nascimento. Dotada de uma inabalável determinação, Ellen sobrevivera a uma infância traumática: a morte da sua própria mãe estava envolta numa aura de mistério e os maus-tratos de que fora vítima às mãos da madrasta haviam-na marcado irremediavelmente. O destino quis que a sua coragem fosse constantemente posta à prova. O tempo encarregou-se de apagar o rumo dos seus passos.
Mas Daisy não desistirá de a encontrar, nem que para tal tenha de renunciar ao amor da sua vida.



Bem este livro é muito mais do que aquilo que estava à espera. Penso que o tema é as relações familiares. Por incrível que pareça foi a minha estreia com um livro da autora, confesso que também se não o fosse trocar ainda não era tão cedo que lhe pegava.
No início fiquei logo agarrada, as primeiras páginas fizeram-me chorar baba e ranho, e identifiquei-me bastante com a Daisy, não que seja adoptada.
As personagens parecem muito vividas  com problemas reais que às vezes conhecemos quem tenha problemas do mesmo foro. E esforçam-se para alcançarem os seus sonhos,por vezes conseguindo atingi-los, mas nem sempre se revelam serem aquilo que esperavam, e o custo a pagar por isso é elevado.
O livro surpreendeu-me bastante fiquei rendida com a escrita, simples e fluída, sem arabescos nem rodeios, mesmo num livro tão forte como este.
O mundo das personagens parece bastante real, adequado à altura em que se passa. Sendo que quando a vida na quinta era descrita me fazia lembrar as descrições da infância do meu pai, uma vez que também ele foi criado numa quinta.
O final do livro não me surpreendeu  pois assim que Daisy encontra a sua "mãe" desconfiei logo que aquilo não ia muito longe, que tudo não passava de uma patranha.
Quando acabei  o livro fiquei a perguntar-me se todos os livros da autora serão assim.
Pois fiquei fã da escrita da autora, e se todos os livros dela se debruçam sobre problemas tão fortes.
Um livro que sem dúvida recomendo.

domingo, 18 de novembro de 2012

O Novo Inquilino


Autor: Doreen Tovey
Data de Publicação: Junho de 2010
Editora: Edições ASA
Páginas: 140
ISBN: 978-989-23-0851-7

A família Tovey sabe o que é o caos, especialmente o de tipo siamês. Mas quando o seu adorado gato Solomon morre inesperadamente, Charles e Doreen vêem-se confrontados com um dilema: deverão ou não arranjar outro gato?
Mas os animais triunfam sempre na casa dos Tovey, e esta não vai ser excepção. Será, pois, a pensar no melhor para a gatinha Sheba, que o casal se lança à procura de um digno sucessor de Solomon. E é assim que o alvoroçado Seeley dá entrada nesta alegre e caótica casa.
…E Seeley vai deixar bem claro que está à altura de Solomon mal cai num lago repleto de peixes..



Neste livro é nos dada a conhecer a história da autora Doreen Tovey e o seu marido Charles com os seus animais, principalmente os gatos, embora tenham abelhas e uma burra.
Ao longo do livro é nos contado a história de dois gatos irmãos e de como a fêmea (Sheba) adoeceu e pensavam que a iminência da sua morte estava perto, mas afinal quem morreu inesperadamente foi Solomon que parecia irradiar vida e saúde.
Como Sheba chorava com a perda do companheiro de brincadeiras, a dona Doreen inicia uma cruzada para encontrar um companheiro, mas não um qualquer tem de ser o mais parecido possível com Solomon. Quando estava perto de desistir conhecem Seeley, que depressa consegue quebrar o gelo com Sheba e tornarem-se grandes amigos. 
Um livro que nos faz vir as lágrimas aos olhos, ou então gargalhar e até ficar perplexo pelas acrobacias protagonizadas por Seeley.
Gostei muito é um leitura fácil, mas confesso que as intermináveis explicações e dissertações sobre as abelhas fiquei com vontade de desistir.
Surpreendeu-me bastante o extremo cuidado, dado pelos donos aos animais, o que hoje em dia é muito raro de se ver, para além de que não sabia que os gatos siameses, os do livro são desta raça, se portavam tão mal, é que o meu Farrusco ao pé deles é um anjo.
Só houve uma coisa que não percebi muito bem como funcionava, a propriedade dos donos, por vezes lê-se que andavam à procura de Seeley e que estacionava um carro em que os ocupantes lançavam olhares curiosos e preocupados na sua direcção derivado aos seus chamamentos, se a propriedade é deles qualquer um pode entrar? E como é que o barracão onde dormia a burra, era do outro lado da estrada? Enfim.


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sapatos de Rebuçado


Autor: Joanne Harris
Data de Publicação: Novembro de 2007
Editora: Edições ASA
Páginas: 504
ISBN: 978-972-41-5318-6

Sapatos de Rebuçado é mais uma viagem ao mundo encantado de Joanne Harris. Um (esperado) regresso a Chocolate.
Após ter abandonado a aldeia de Lansquenet-sur-Tannes, cenário de Chocolate, Vianne Rocher procura refúgio e anonimato em Paris, onde, juntamente com as suas filhas Anouk e Rosette, vive uma vida pacífica, talvez até mesmo feliz, por cima da sua pequena loja de chocolates. Não há nada fora de comum que as destaque de todos os outros. A tempestade que caracterizava a sua vida parece ter acalmado... Pelo menos até ao momento em que Zozie de l’Alba, a mulher com sapatos de rebuçado, entra de rajada nas suas vidas e tudo começa a mudar… 
Mas esta nova amizade não é o que parece ser. Impiedosa, retorcida e sedutora, Zozie de l’Alba tem os seus próprios planos - planos que vão despedaçar o mundo delas. E com tudo o que ama em jogo, Vianne encontra-se perante uma escolha difícil: fugir, tal como fez tantas outras vezes, ou confrontar o seu pior inimigo… 
Ela própria.





Este livro é sobre Vianne Rocher(Yanne Chabernnout) e as suas filhas Anouk (Annie) e Rosette que vivem por cima de uma loja de chocolates e da qual cuidam.
A sua vida até aquele momento tem passado por uma série de cidades, onde nunca podem ficar descansadas, sendo sempre vistas com desconfiança. Mas tudo parece correr normalmente até à chegada de Zozie D´Alba, a dona dos sapatos de rebuçado, que se mostra sempre prestável que vai mudar completamente as suas vidas.
Nem sei se gostei do livro ou não, no início achei divertido e envolvente mas depois com o andar da narrativa achei que as coisas pareciam que aconteciam de uma maneira forçada.
Gostei da descrição dos chocolates, de maneira como cada personagem à vez explanava o que lhe ia na alma e quais eram as suas decisões.
Achei a Vianne um pouco apagada, ainda não li Chocolate, mas tenho ali para ler, como não queria atrasar mais a troca, pelo que me lembro do filme Chocolate, Vianne era uma lutadora, e nem livro nem pela própria filha Anouk é capaz de lutar deixando-a constantemente sozinha com Zozie. Por outro lado identifiquei-me bastante com Anouk no que toca aos problemas que tinha na escola, as colegas fazerem dela o bobo da corte, pois o mesmo sucedeu comigo na escola primária.
Estava à espera de mais achei que o livro chegou a uma parte em que parecia que era sempre mais do mesmo, podia haver uma certa variação. Deixar que Vianne saísse um pouco do mutismo, e  tolhimento para se insurgir, deixava que Zozie dirigi-se toda a loja, toma-se praticamente o seu lugar na vida de Anouk.
Espero que a continuação deste livro seja melhor.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Livros Juvenis - 11 e 14 anos (1)


Cá por casa uma das dificuldades que tivemos durante algum tempo, foi por os mais novos a ler. Era-mos unânimes que obriga-los a ler não faria bem a ninguém e só os faria detestar os livros, e que quando lhes apetecesse eles lá pegariam em algo. Pelo natal eles lá recebiam sempre uns 5 livros cada, oferecidos maioritariamente pelos amigos dos avós que seguiam a velha tradição de oferecer livros. Bem, como podem imaginar, eram encostados ao canto, por vezes ainda com o papel de embrulho e que depois iam imperativamente para as estantes sem serem abertos.
Uma das dificuldades foi tentar comprar livros infantis/juvenis que os cativassem. Não é fácil escolher para crianças, ainda para mais quando estes não lêem. Não há falta de oferta de livros deste género, qualquer supermercado e livraria tem uma vasta prateleira só para eles. Mas a nível de opiniões, não se encontram assim tão facilmente. Vou então deixar-vos aqui a lista de livrinhos que os mais pequenos finalmente leram e gostaram. Nesta altura somos 4 que normalmente andamos nas livrarias a catar as prateleiras o que é uma grande felicidade para nos. Acarreta é outro problema... a conta dos livros duplicou.

Ranhoso pequeno - 11 anos

 
Começou por pegar no Joe Carrot, «um coelho detetive. A sua agência, Carrot & Carrot, é a mais famosa de toda a cidade de Coelhópolis (também é a única…). Joe adora o seu trabalho. Gosta de procurar pistas e de resolver casos complicados, mas acima de tudo adora a sua família. Ele e a sua mulher, Jane, têm cinco coelhinhos maravilhosos! Nos seus livros, vai poder acompanhá-lo em histórias apaixonantes, divertidas, cheias de mistério, mas também de alegria.»

Páginas: 128
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-72305-5
Coleção: LIVROS DE HISTÓRIAS JOE CARROT
Faixa etária: a partir dos 7 anos

Uma série com 7 livros publicados, fácil de encontrar em qualquer super mercado e livraria com preços que variam entre os 7 e os 9 euros. Mesmo não sendo bem para a idade dele, começou a lê-los com 10 anos. A verdade é que ele os adorou, sentava-se com o livrinho e só parava quando os terminava. Releu vários e ainda agora os tem orgulhosamente na estante e não os acha infantis.

Como a série era pequena seguimos para "As Crónicas de Spiderwick". «Após o divórcio dos pais, os filhos de Grasse - os gémeos Fared e Simon e a sua irmã mais velha, Mallory - foram viver com a mãe para uma antiga mansão, já um tanto decadente, que pertencia à tia-avó, Lucinda, que vivia agora numa instituição. Antes mesmo de terem desfeito as malas, James começa a suspeitar de que não estão sós no casarão. Há ali alguém a viver entre aquelas paredes. As suas investigações acabam por levá-lo a descobrir um livro cheio de imagens de criaturas fantásticas - o Guia Prático do Mundo Fantástico, de Artur Spiderwick. E James descobre outra coisa ainda mais misteriosa: Arthur Spiderwick, o pai da tia-avó Lucinda, tinha sido dado como desaparecido...»




Autores: Tony DiTerlizzi, Holly Black
Colecção: As Crónicas de Spiderwick
ISBN: 978-972-23-3269-9
Nº de Páginas: 128
Dimensões: 120x180mm
Editora: Editorial Presença

Outra colecção que ele devorou o primeiro livro e quis comprar o resto da série, composta por 5 livros. Lembra-se do filme mas curiosamente disse que gostava mais dos livros. Anda constantemente a contar-me o que está a acontecer com as personagens.

Ranhoso maior - 14 anos

O nosso filho mais velho já tinha lido um ou outro livro da colecção "Uma aventura", contudo nada que o prendesse muito e o fizesse ler mais livros. Foi a série Aprendiz de Ranger que o cativou verdadeiramente. «Combina o misticismo da lenda do Rei Artur com a intensidade épica de O Senhor dos Anéis. Morgarath, Senhor das Montanhas da Chuva e da Noite, está decidido a apoderar-se do trono de Araluen custe o que custar. Will e o seu mestre Halt são incumbidos da delicada missão de evitar o assassinato do Rei Duncan e vêem-se envolvidos numa perigosa batalha que ultrapassa tudo quanto Will pudesse ter imaginado. É então que Will descobre a verdadeira natureza de um Ranger e reconhece o seu inestimável valor…»



Autor: John Flanagan
Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 304
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892303215
Coleção: Aprendiz de Ranger
Faixa etária: a partir dos 13 anos


Leu os 3 livros publicados em português e espera ansiosamente pela continuação que por cá ainda não foram traduzidos. A série que prendeu a serguir foi Conspiração 365.
«Na véspera de Ano Novo, Cal é seguido por um estranho homem que lhe deixa um alerta: "Mataram o teu pai. Vão matar-te. Tens de sobreviver nos próximos 365 dias!"
Forçado a uma vida em fuga e com a cabeça a prémio, o fugitivo de 15 anos vê-se sozinho, sem ter quem o ajude. Perseguido pela Lei e por criminosos impiedosos, Cal tem de descobrir a verdade sobre a misteriosa morte do seu pai e um segredo capaz de mudar o rumo da História. A quem pode ele recorrer? Em quem pode ele confiar quando parece que o mundo inteiro o quer ver morto? O relógio não pára. Cada segundo pode ser o último da sua vida.»




Autor: Gabrielle Lord
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 192
Editor: Contraponto
ISBN: 9910000062605
Coleção: Conspiração 365
Faixa etária: a partir dos 12 anos

Uma série composta por 12 livros, um por cada mês do ano em que a personagem Cal, terá de sobreviver.

Esperemos que dentro em breve tenha mais livrinhos Juvenis para vos mostra, seria um óptimo sinal.