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domingo, 5 de outubro de 2014

Vermelho da Cor do Sangue



Autor: Pedro Garcia Rosada
Data de publicação: Julho de 2011
Editora: Edições ASA
Páginas: 302
ISBN: 978-989-23-1544-7


Quando um mercenário ucraniano conhecido por Gengis Khan assalta a casa do banqueiro Ramiro de Sá, além de um segurança morto e das jóias roubadas, deixa atrás de si um problema inesperado: do cofre do banqueiro foi também levado o passaporte de Valentim Zadenko, um emissário do partido comunista da União Soviética que entrou em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1975 e aí desapareceu misteriosamente. Enquanto o inspector Joel Franco, da Polícia Judiciária, investiga o homicídio do vigilante, o passaporte torna-se uma relíquia que muitos querem deitar a mão: não só o próprio Ramiro de Sá, mas também o chefe da máfia russa, um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, um veterano do PCUS que foi camarada de Zadenko e ainda Svetlana, a filha do operacional desaparecido, que vem para Lisboa à sua procura, alertada por um angolano que estudou em Moscovo e participou no assalto. Na busca do documento, todos os caminhos acabarão, mais tarde ou mais cedo, por ir dar a Ulianov, um ex-KGB especialmente treinado que em Portugal se tornou dirigente de um grupo criminoso. Joel terá de contar com a sua ajuda para desenterrar uma conspiração criminosa que nasceu no PREC e envolveu militares revolucionários, banqueiros, assassinos … e várias garrafas de Barca Velha.

«Não Matarás» é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.



Mais um livro que me deixou de boca aberta, tal como o anterior adorei.
Fiquei presa logo no início.
Foi com grandes expectativas que o comecei a ler, depois ler "n" de comentários só a elogiar, o que me fez ficar cheia de curiosidade e assim que tive oportunidade nem pensei duas vezes.
Mas tenho de confessar que se não fosse o alarido que muitos dos meus amigos têm feito acerca dos livros deste autor acabavam por me passar ao lado, pois não me lembra uma única vez de ver propaganda como fazem com certos livros.
Agora só me resta esperar que a amiga que mos emprestou, me empreste o último para poder acabar de ler esta série.
Por último, mas não me esqueci desta vez quero agradecer à minha amiga Carla Faleiro do blogue Café de Letras pelo empréstimo.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A Cidade do Medo



Autor: Pedro Garcia Rosado
Data de publicação: Julho de 2010
Editora: Edições ASA
Páginas: 293
ISBN: 978-989-23-0951-4


Para a Polícia, a morte violenta de um sem-abrigo cuja identidade é quase impossível de determinar não é uma ocorrência a que se possa dedicar muito tempo. Mas a situação altera-se na manhã seguinte: aparecem mortos, da mesma maneira, mais dois sem-abrigo na Baixa de Lisboa. E, dois dias depois, são três os sem-abrigo atacados. O serial killer começa, porém, a deixar pistas - e estas apontam para um culto satânico, mas também para a maçonaria. Com o medo a instalar-se em Lisboa, onde o assassino vai multiplicando os seus actos de violência, e enquanto Joel Franco começa a descobrir as origens desta vaga de crimes, o presidente da Câmara de Lisboa e um seu discreto aliado na própria PJ percebem quem é o autor das mortes: o homem que quiseram transformar em bode expiatório quando começou a correr mal o comércio ilícito de terrenos na zona do projectado aeroporto da Ota. No qual pontificara o presidente da Câmara quando ainda era ministro do Ambiente… E em breve vão estar frente a frente dois homens que, à sua maneira, procuram justiça: o assassino propriamente dito e Joel Franco, que tenta vingar a morte de um amigo de infância em cada homicida que persegue. É bem provável que ambos desafiem a antiquíssima norma que regula a sociedade humana: «Não matarás.»


Foi a minha estreia com este autor e confesso que fiquei rendida logo nas primeiras páginas.
Ao longo do livro toda a trama se vai complicando e esclarecendo-se ao mesmo tempo, adorei, é capaz de prender o leitor até ao fim e não desilude.
E o inspector Joel Franco é muito terra-a-terra e segue os seus instintos, simples e humilde consegue cativar-nos com a sua inteligência.
A leitura dest elivro foi uma descoberta maravilhosa de um novo autor.