sábado, 29 de setembro de 2012

Leonardo e a Máquina da Morte

Autor: Robert J. Harris
Data de Publicação: Fevereiro de 2007
Editora: Edições ASA
Páginas: 237
ISBN: 978-972-41-5019-2

O jovem Leonardo da Vinci anseia vir a ser alguém no mundo das artes e, com esse fim, consegue tornar-se aprendiz de um conhecido artista de Florença. Cedo, porém, vê as suas expectativas defraudadas, pois o mestre relega para segundo plano todo e qualquer ensinamento e faz de Leonardo um mero moço de recados.

Por isso, quando, num improvisado jogo de futebol de rua, o seu amigo Sandro (que ficará para a História como Botticelli) se magoa num braço, Leonardo não deixa escapar a oportunidade e oferece-se para ajudar o infeliz pintor, a quem a poderosa família Medici havia encomendado um retrato a óleo.

É neste contexto que Leonardo descobre involuntariamente os planos para uma terrível e misteriosa máquina e se vê arrastado para uma obscura teia de morte e intriga…



Bem é um livro juvenil tal como indicado na sinopse o que não deixa de ser interessante, tenho pena é ter lavado tanto tempo para acabá-lo, mas nem sempre se pode ler quando se quer.
Adorei, uma história cheia de mistérios e segredos, que nos deixam agarrados logo no início, e que por mais voltas que desse à cabeça como o Leonardo nunca consegui descobrir que tramoia era aquela do engenho, só mesmo quando cheguei ao final do livro é que soube o que era.
Emocionante e bem escrito onde também se pode aprender um pouco de História.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

História Secreta do Cravo Cor-de-Rosa

Autor: Lauren Willig
Data de Publicação: Fevereiro de 2006
Editora: Civilizaçao Editora
Páginas: 398
ISBN: 972-26-2372-9
Eloise Kelly é uma jovem estudante americana que parte para Londres para terminar a sua tese sobre três espiões da era napoleónica: o Pimpinela Escarlate, o Genciana Púrpura e o Cravo Cor-de-Rosa, o único cuja identidade continua desconhecida. O que Eloise acaba por descobrir é algo que os historiadores nunca desvendaram – a história secreta do Cravo Cor-de-Rosa, que salvou a Inglaterra da invasão francesa. Mas a identidade deste espião continua a ser um mistério, e enquanto o verdadeiro nome do Pimpinela Escarlate (Sir Percey Blakeney) e do Genciana Púrpura (Lord Richard Selwick) são conhecidos, o Cravo Cor-de-Rosa continua a ser um mistério, até que Arabela Selwick-Alderly (descendente do Genciana Púrpura) permite a Eloise aceder às cartas secretas escritas por Amy Balcourt, filha de uma inglesa e de um aristocrata francês que foi morto durante a revolução. Eloise descobre um amor secreto nas páginas da história, que quase mudou o curso dos acontecimentos mundiais.


Confesso que comprei este livro um pouco às cegas, já que não fazia muito a ideia do que se tratava, mas visto que estava a um tão bom preço, achei que devia correr o risco.
E ainda bem que assim decidi, a história é envolvente, cheia de mistério, a escrita da autora é fácil de ler e deixa-nos logo de início pressas à narrativa.
É daqueles livros que quando se começa a ler é difícil parar, enquanto não se chega ao fim, não se descansa.
Adorei, a maluca da Amy,a engenhosa Jane, e o Lord Richard é de deixar qualquer uma de queixo caído.
Estou ansiosa para ler o segundo.

sábado, 22 de setembro de 2012

Amante de Sonho

Autor: Sherrilyn Kenyon
Data de Publicação: Outubro de 2009
Editora: Chá das Cinco
Páginas: 277
ISBN: 978-989-8032-536-9


Grace Alexander, uma bonita terapeuta sexual de Nova Orleães, julgava estar destinada a uma vida sem paixão. Até ao dia em que a amiga Selena a convence de que, por artes mágicas, poderá convocar um escravo de amor durante um mês. Certa de que a magia da amiga irá falhar, Grace deixa-se levar pela brincadeira. Mas…



Bem já tinha ouvido falar tanto e tão bem desta saga que lhe resolvi pegar para matar a curiosidade, e ainda bem pois adorei, é de se ficar literalmente agarrada.
Assim que me comecei a embrenhar na história só queria ler para saber como iria acabar,e agora que acabou estou deveras curiosa para ler o seguinte.
Adorei o Julian e claro a Grace. Realmente nunca pensei em me rir tanto como me ri na leitura deste livro, faz-me lembrar os livros da Jill Mansell. E como não podia deixar de ser adorei quando a autora inclui umas partes sobre a cultura e antiguidade grega.
Estava um pouco de pé atrás pensando que o livro é só sexo mas enganei-me retundamente.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A Menina que Nunca Chorava

Autor: Torey Hayden
Data de Publicação: Novembro de 2010
Editora: Editorial Presença
Páginas: 272
ISBN: 978-989-23-1444-0

Após ter figurado semanas consecutivas nas tabelas de livros mais vendidos em Portugal, A Criança Que Não Queria Falar é alvo de uma continuação. Com 8 500 000 exemplares vendidos no Reino Unido relativos ao primeiro livro, traça a história verídica de uma criança vítima de abusos que deixou de comunicar com o mundo. Neste segundo volume, encontramos Sheila já com treze anos e a professora que a ajudou na altura a lidar com o seu bloqueio. Inicialmente a adolescente mal se recorda da professora mas lentamente as memórias vêm à superfície reavivando sentimentos hostis como o abandono, insegurança e experiências traumáticas. Apesar de ser um relato com contornos negros, traz-nos surpreendentemente uma versão vencedora de coragem e perseverança. Inicialmente a autora não quis escrever a sequela, mas contrariamente às expectativas e num tributo a Sheila publicou a continuação de uma história de vida comovente.



Ai meu deus que livro tão forte psicológicamente. Não li o livro anterior a este onde se inicia esta história, mas mesmo assim acho que não fiquei com nenhuma lacuna acerca do desenvolvimento de toda a história.
Desde que sou mãe fico revoltada quando sotuações destas ocorrem com crianças.
Acho que quem trata assim os próprios filhos não leh devia ser dado sequer a oportunidade de ter filhos, já que há tanta gente que não os consegue ter e os iria amá-los profundamente.
Bem quando ao livro parece-me que todos os desta autora são fortes, daí ser bom não se lhe muitos seguidos, é baseado numa história verídica e nós bem sabemos que tal realmente acontece na realidade.
Acho que Sheila embora tenha um percurso bastante acidentado tem uma lama e uma indole muiuto boa, embora por vezes escolha estranhas maneiras de o revelar, e também me parece implissito que durante toda a narrativa teve sempre a esperança que Torey a adoptasse e então assim lhe poderia chamar mãe na verdadeira acepção da palavra, tal como no final do livro ela reflecte.
Mais não vou dizer espero que o leiam e o interiorizem.

domingo, 16 de setembro de 2012

Aquele Verão na Toscana

Autor: Domenica de Rosa
Data de Publicação: Junho de 2011
Editora: Edições ASA
Páginas: 320
ISBN: 978-989-23-1444-0

Todos os anos, Patricia OHara abre as portas do seu magnífico castello do século XIII e organiza um curso de escrita criativa na deslumbrante região da Toscana.
Mas este ano, algo paira no ar quando os sete aspirantes a escritores se juntam à beira da piscina para trocar mexericos, namoriscar e escrever o livro das suas vidas. Em pouco tempo, Mary, a solteira convicta, descobre os encantos de partilhar uma Vespa; o sedutor Jeremy rende-se a talentos que não apenas os seus e até a pragmática Patricia vai arranjar tempo para uma paixão acidental.
Graças a esta mistura explosiva de egos e criatividade, segredos obscuros e visitantes inesperados, uma coisa é certa: nunca se assistiu a um Verão como este.
Quando o curso chegar ao fim, as suas vidas terão mudado para sempre. E um deles chegará mesmo a escrever um livro.



É pena só estar um livro da autora traduzido, é que depois da leitura deste fiquei fã, quando acabei até fiquei com vontade de escrever um livro também.
Estou a ficar viciada em livros passados em Itália, as descrições das paisagens, da comida e de tudo o que fala da história antiga de Roma.
Adorei o livro é fantástico, cheio de mistérios por desvendar, com uma série de personagens em que todos se sentem um pouco perdidos, sem saber que rumo tomar e como está na moda toda a gente escrever a maioria deles também que escrever um best-seller e ficar com o nome nos anais da História,mas acabam por descobrir que nem todos têm jeito para isso e que escrever não é assim tão fácil como à primeira vista pensaram.
Antipatizei logo com a Cat, é uma presumdia que pensa que sabe tudo e que não há ninguém melhor que ela, adorei tanto a Ana como a velhinha Mary, gostava de ter uma avó assim como a Mary.
Um livro delicioso, que nos deixa a magicar sobre as paisagens italianas e que nos deixa um calorzinho no coração, a a mente a pairar.