Autor: Philippa Gregory
Data de Publicação: Fevereiro de 2009
Editora: Civilização Editora
Páginas: 640
ISBN: 978-972-26-2546-3
Duas Irmãs, Um Rei apresenta uma mulher com uma determinação e um desejo extraordinários que viveu no coração da corte mais excitante e gloriosa da Europa e que sobreviveu ao seguir o seu próprio coração.
Quando Maria Bolena, uma rapariga inocente de catorze anos, vai para a corte, chama a atenção de Henrique VIII. Deslumbrada com o rei, Maria Bolena apaixona-se por ele e pelo seu papel crescente como rainha não oficial. Contudo, rapidamente se apercebe de que não passa de um peão nas jogadas ambiciosas da sua própria família. À medida que o interesse do rei começa a desvanecer-se, ela vê-se forçada a afastar-se e a dar lugar à sua melhor amiga e rival: a sua irmã, Ana. Então Maria sabe que tem de desafiar a sua família e o seu rei, e abraçar o seu destino. Uma história rica e cativante de amor, sexo, ambição e intriga.
Bem os livros desta autora são um pouco como primeiro estranha-se depois entranha-se, de início foi-me muito difícil sentir-me atraída pela história, mas como o desenrolar da narrativa foi sendo cada vez mais difícil largar o livro.
Adorei a Maria, e o seu amor pelo filhos, senti-me tão identificada com a Maria como detestei desde o início a altiva Ana, é caso para se dizer que o ditado de quanto mais alto se sobe maior é a queda, nunca gostei dela, sempre tão arrogante com a mania que era mais que os outros todos, e afinal perdeu-se.
Estou curiosa para saber o que se irá passar no livro que se segue. Tenho que ver se arranjo emprestado.
Leiam esta autora que não se iram arrepender.
Autor: Manuel Ricardo Miranda
Data de Publicação: Outubro de 2008
Editora: Oficina do Livro
Páginas: 249
ISBN: 978-989-555-382-2
No século XVI, a cobiça e a luxúria europeia invadiam o continente africano. Portugueses, espanhóis e holandeses lutavam pela riqueza de África, traficando escravos para o Brasil.
Filha de um guerrilheiro opositor da presença europeia, a rainha Ginga cedo revela aptidão e desejo de comandar as tribos chefiadas pelo seu pai. Mulher culta, de rara beleza de espírito, Ginga torna-se a mulher mais poderosa de África.
Ginga, a Rainha de Angola é um intenso romance vivido no sertão africano onde lenda e realidade se confundem numa narrativa histórica sobre as relações entre Portugal e Angola, e sobretudo, sobre uma mulher indomável que enfrentou as grandes potencias para defender o seu o povo. Uma figura ímpar de Angola e inspiradora de gerações vindouras na defesa de ideias que pertencem a todos os tempos.
Ganhei este livro no blogue Conspiração das Letras, e confesso que se não fosse para o trocar tão cedo não lhe tocava, pois é aqui em casa os livros são trocados, já que não há dinheiro para comprar livros novos.
E confesso que esperava mais deste livro do que aquilo que é, pela sinopse achei que o livro ia ser muito mais movimentado e sei lá mais interessante, das duas uma, ou o género deste livro não é o indicado para mim, ou então não o li no momento mais indicado.
De qualquer das maneiras é um romance histórico mas que me diz muito pouco achei-o muito maçador, não sei se foi devido a ser particamente só sobre guerra se foi o período da história que não me chama atenção.
Autor: Raymond Chandler
Data Publicação: de Janeiro de 2001
Editora: Abril/Controljornal
Páginas: 206
ISBN: 972-611-708-9
A mulher de Derace Kingsley fugiu para o México, para conseguir um divórcio rápido e casar com um casanova chamado Chris Lavery. É pelo menos isso que o telegrama que ela enviou ao marido sugere.
Os problemas começam quando Lavery, questionado pelo detective Philip Marlowe, nega tudo. Porém, quando este se encontra pela segunda vez com Lavery, ele já não pode negar nada… por causa dos tiros no peito.
Rapidamente, Marlowe parte no encalço de um assassino, que o conduz de Los Angeles a um lago sombrio nas montanhas.
Bem partes houve me que me perdi na história, e com tantas reviravoltas nunca consegui descobrir quem foi o assassino. Achei o livro um pouco confuso, mas de resto lê-se bem é uma boa história, cheia de segredos e mistérios, onde quase toda a gente tem o rabo preso como se costuma dizer.
Mas mesmo assim não deixa de ser um bom policial, deixando-nos em suspenso até à última linha.
Autor: James Patterson
Data de Publicação: Junho de 2010
Editora: Quinta Essência
Páginas: 333
ISBN: 978-989-8228-20-8
Lindsay Boxer, detective, é determinada e corajosa. Cindy Thomas, jornalista, é uma jovem brilhante e espevitada. Claire Washburn é médica-legista, competente e intuitiva, e Jill Bernhardt é uma advogada ambiciosa e viva. As quatro formam o Clube das Investigadoras e mostram-se determinadas a encontrar criminosos a todo o custo.
Uma menina de 11 anos morre quando um maníaco abre fogo contra uma igreja. Uma idosa é encontrada enforcada. Em comum, as vítimas têm apenas o facto de serem negras. Lindsay Boxer, depois de ter resolvido o trágico caso do «Assassino dos Noivos», é designada para o caso e desconfia que se trata de algo mais do que uma onda de crimes raciais. Lindsay acredita que os dois crimes foram cometidos por um assassino em série e que duas das vítimas estavam indirectamente relacionadas com a polícia. Um símbolo detectado nas cenas do crime conduz a um grupo racista, mas o assassino volta a atacar, deixando pistas deliberadas e iludindo a polícia com inteligência. Entretanto, cada uma das quatro amigas corre o risco de vida, e o assassino sabe exactamente quem são e onde as encontrar.
Tal como o outro livro é de tirar a respiração com tanto suspense e mistério desde o início até ao fim.
O autor tem uma mente brilhante pois por mais que me esforce não consigo descortinar quem é o assassino quando pensava que era um afinal não tinha nada a ver.
E tal como o outro gostei bastante deixa-nos rendidos e presos logo na primeira página, e depois ficamos como que presos à pele do protagonista principal seguindo todos os passos e querendo decifrar o enredo.
Recomendo vivamente.