quarta-feira, 1 de junho de 2011

Lançamento - Crime e Castigo no país dos brandos costumes

Crime e Castigo no país dos brandos costumes

Autor: Pedro Almeida Vieira
Data de Publicação: Maio 2011
Editora: Grupo Planeta
Páginas: 198
ISBN: 9789896571900




Em 1867, Portugal foi um dos primeiros países mundiais a abolir a pena de morte para crimes civis, mas apenas com a Constituição de 1911 se estendeu a proibição da pena capital, bem como da prisão perpétua, embora com um pequeno período de excepção no decurso da Primeira Grande Guerra Mundial.
Apesar desse sinal civilizacional e da ideia enraizada de Portugal ser um país de «brandos costumes», certo é que nada distingue a tipologia criminal da sociedade portuguesa da de outros países. Nem tão-pouco os métodos de castigo aplicado, aquando da aplicação da pena de morte em tempos remotos, eram distintos. E muito menos existem grandes diferenças entre os crimes, alguns dos quais extremamente violentos, da actualidade e de um passado em que existia a pena de morte em
Portugal.

Sinopse
Esta obra congrega um conjunto de 30 narrativas que abordam crimes, e os respectivos castigos, cometidos em Portugal até à abolição da pena de morte em meados do século XIX. Todos os crimes incluídos tiveram condenações à pena capital. Este ano de 2011 é o do centenário da Constituição de 1911 que aboliu a pena de morte e a prisão perpétua para todo o tipo de crimes.
A escolha dos crimes baseou-se numa criteriosa selecção segundo a sua relevância histórica, fundamentando-se em documentação oficial e/ou em documentos coevos. São crimes que têm, como denominador comum, a aplicação da pena capital, mesmo que em alguns casos possam ter sido comutadas ou amnistiadas.

Apresenta pois, cruamente, um conjunto de 30 crimes históricos, compreendidos entre os séculos XVI e XIX (até à abolição da pena de morte em 1867), sob a forma de narrativas curtas. Como denominador comum da quase generalidade destes crimes seleccionados está a pena de morte como castigo aplicado, embora em alguns casos tenha ocorrido comutação desta pena.

Uma parte destes crimes são relativamente conhecidos, tendo alguns mesmo sido abordados em obras de ficção ao longo dos anos, como o famoso «Maria, não me mates que sou tua mãe!» de Camilo Castelo Branco. Mas figuras como a de Diogo Alves, António José da Silva (O Judeu), o padre Gabriel Malagrida ou a serial killer infanticida que esteve na origem da fundação da Casa Pia, entre outras, estão presentes neste primeiro volume de Crime e Castigo no País dos Brandos Costumes, que em breve será complementado com um segundo volume que abordará casos judiciais envolvendo atentados a reis e ministros, motins e sublevações, conspirações contra o Estado e crimes económicos, todos com o denominador comum de condenações à pena de morte.


Sobre o autor:

Pedro Almeida Vieira nasceu em Coimbra em Novembro de 1969 e vive em Lisboa. Licenciado em Engenharia Biofísica pela Universidade de Évora, tem repartido a sua actividade pelo jornalismo, a escrita e a investigação académica. No ensaio, publicou O Estrago da Nação (2003) e Portugal: O Vermelho e o Negro (2006). Na ficção estreou-se com Nove Mil Passos (2004), a que se seguiu O Profeta do Castigo Divino (2005), A Mão Esquerda de Deus (2009, finalista do Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d’Escritas) e Corja Maldita (2010). Criou e gere a biblioHistória, a primeira base de dados de literatura portuguesa do género histórico.
autor@pedroalmeidavieira.com
www.pedroalmeidavieira.com


Sobre o ilustrador:
Enio Squeff nasceu na cidade brasileira de Porto Alegre em 1943 e vive em São Paulo. Formou-se em Jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e iniciou a sua vida profissional na revista Veja, passando depois pelo jornal O Estado de São Paulo, onde foi editor da página de arte, e mais tarde na Folha de São Paulo, como editorialista, crítico de música e também ilustrador. Para além de pintura, ilustrou já quase uma centena de livros em edições brasileiras – entre os quais O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway, e Odisseia.



O livro de Pedro Almeida Vieira, cheio de humor negro, faz-nos regressar ao clássico, normal, fluir histórico da violência e do crime portugueses.
Rui Cardoso Martins no prefácio

Dívida de Sangue


Autor: Charleine Harris
Data de Publicação: Julho de 2009
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 231
ISBN: 978-989-637-137-1


Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric - um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.
De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…
Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos...


Mais uma vez fiquei presa a este livro, pois tudo se desenrola de uma forma a deixar-nos cheios de "pulgas" para sabermos o que irá acontecer a seguir.
Nunca pensei gostar tanto de ler um livro com vampiros, mas não são os vampiros que me fazem gostar dos livros é o enredo e os crimes que se vão sucedendo que me deixam na expectativa e que só mesmo no final quando é revelado o assassino é que também eu fico a saber.

domingo, 29 de maio de 2011

Sangue Fresco


Autor: Charleine Harris
Data de Publicação: Maio de 2009
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 263
ISBN: 978-989-637-118-0

Uma grande mudança social está a afectar toda a humanidade. Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças…
Sookie Stackhouse é uma empregada de mesa numa pequena vila de Louisiana. É tímida, e não sai muito. Não porque não seja bonita - porque é - mas acontece que Sookie tem um certo "problema": consegue ler os pensamentos dos outros. Isso não a torna uma pessoa muito sociável. Então surge Bill: alto, moreno, bonito, a quem Sookie não consegue ouvir os pensamentos. Com bons ou maus pensamentos ele é exactamente o tipo de homem com quem ela sonha. Mas Bill tem o seu próprio problema: é um vampiro. Para além da má reputação, ele relaciona-se com os mais temidos e difamados vampiros e, tal como eles, é suspeito de todos os males que acontecem nas redondezas. Quando a sua colega é morta, Sookie percebe que a maldade veio para ficar nesta pequena terra de Louisiana.
Aos poucos, uma nova subcultura dispersa-se um pouco por todos os lados e descobre-se que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das drogas mais poderosas e desejadas. Será que ao aceitar os vampiros a humanidade acabou de aceitar a sua própria extinção?


Depois de tanto ouvir falar bem desta saga resolvi experimentar, e não é que gostei, bem que grande misterio nunca suspeitei do verdadeiro assassino.
Fiquei logo presa no início e em dois dias li o livro tendo já começado o segundo volume, veremos se é tão bom.
É o primeiro livro que leio acerca de vampiros.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A Hora Secreta

Autor: Scott Westerfeld

Data de Publicação: 2009

Editora: Vogais e Companhia

Páginas: 230

ISBN: 978-989-668-016-9



Coisas estranhas acontecem à meia-noite, na cidade de Bixby, no Oklahoma. O tempo para. Ninguém se mexe. Todas as noites, durante uma hora secreta, a cidade pertence às criaturas negras que vivem nas sombras. Apenas um grupo de adolescentes conhece a hora secreta - só eles conseguem mover-se livremente no tempo da meia-noite. Designam-se a si próprios como midnighters.



Bem devo confessar que depois de ler os primeiros volumes da série Uglies estava com uma certa expectativa acerca desta trilogia e não fui despontada, pois é deveras intrigante deixando o leitor preso logo no início, onde tudo parece ser normal mas em que espreita uma certa aura de mistério.Relamente é mesmo um mundo à parte adorei estou empulga para saber o que se vai passar no próximo volume.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Verão na Riviera


Autor: Elizabeth Alder
Data de Publicação: Julho de 2010
Editora: Quinta Essência
Páginas: 286
ISBN: 978-989-8228-33-8

A americana Lola Laforêt pensava que tinha tudo: um casamento estável com Patrick, um francês muito encantador, e o Hotel Riviera, um espaço mágico voltado para o azul do Mediterrâneo, a sua grande paixão. Até que um dia Patrick desaparece misteriosamente sem deixar rasto…
Seis meses depois, Jack Farrar, um americano que passeia pelo mundo a bordo do seu barco, lança âncora na enseada do Hotel Riviera e vai mostrar a Lola o verdadeiro significado do amor.
A atracção entre ambos é imediata, mas, após o que aconteceu com Patrick, Lola receia envolver-se novamente. Será Jack um homem de confiança? Quando a polícia a questiona acerca do paradeiro do marido e, em seguida, várias pessoas suspeitas reivindicam a posse do Hotel Riviera, Lola recorre à ajuda de Jack para encontrar o misterioso Patrick e resolver, de uma vez por todas, o seu futuro.


Não sei o que se passou mas a verdade é que este foi o livro que gostei menos desta autora, só a última parte do livro me prendeu realmente a atenção.
Achei a história muito fraca, muito deprimente, se calhar também devido a eu não andar muito alegre e me tenha afectado.
Estava à espera de uma coisa mais alegre, sei lá estava cheia de expectativas que não foram superadas.