
Sangue Felino
Autor: Charlaine Harris
Data de Publicação: 2010
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 288
ISBN: 9789896372637
Sinopse
Traída pelo seu namorado vampiro de longa data, Sookie Stackhouse, empregada de bar do Louisiana, vê-se obrigada não apenas a lidar com um possível novo homem na sua vida (Quinn, um metamorfo muito atraente), mas também com uma cimeira de vampiros há muito agendada. Com o seu poder enfraquecido pelos estragos do furacão em Nova Orleães, a rainha dos vampiros locais encontra-se em posição vulnerável perante todos aqueles que anseiam roubar o seu poder. Sookie vê-se obrigada a decidir de que lado ficará. E a sua escolha poderá significar a diferença entre a sobrevivência e a catástrofe completa...
Sangue Felino é o sétimo livro da saga True Blood, com poucas variantes em relação ao anterior. Com o mesmo namorado e contratada pela rainha do Louisiana, Sookie será uma personagem essencial na cimeira de vampiros. O livro aposta numa forte evolução de sentimentos e de personalidade por parte da personagem principal, assim como no uso dos seus poderes de telepata. O livro está um pouco mais lento que os anteriores em consequência disso, assim como, traz-nos muito pouco em termos de acção. Um livro que fará ponte para os próximos que deverão trazer bastante mais decisões. Encontra-se sensivelmente ao nível dos outros.
Autor: Julie Metz
Data de Publicação: Maio de 2010
Editora: Caderno
Páginas: 350
ISBN: 978-989-23-0746-6
Quando o marido lhe morre nos braços, Julie sente que o seu mundo começa a desabar. "Ele amava-te tanto!", dizem-lhe no funeral. Centenas de pessoas choram com ela a morte súbita de Henry, o irresistível Henry, o homem perfeito. Julie é agora uma jovem viúva, com uma filha pequena. Deixa de comer, de trabalhar, mergulha numa depressão profunda. Mas tem amigas, muitas, que a arrancam aos poucos do torpor. Começa a sair, abre-se de novo para o amor. Ironicamente, é o novo amante que lhe dá a primeira pista, que levanta a ponta do véu, que lhe revela a dupla vida do perfeito Henry... A Mentira é a história real de Julie Metz, uma nova- iorquina sofisticada presa numa pequena vila onde reina a lei do silêncio - onde todos, menos ela, conhecem o segredo de Henry. E é a história de uma mulher que tudo fará para descobrir a verdade, e para recuperar - para si, para a filha - a felicidade perdida.
Bem confesso que me sinto um pouco desiludida em relação a este livro. Acho a maior parte do livro uma cena mórbida e tanto masoquista, com a mulher a bater sempre na mesma tecla, parece que tem gosto em sofrer, para depois poder chorar.
Mas como resolvi dar uma oportunidade ao livro mesmo para ver se continuava assim até ao fim, mas quase no fim o livro dá uma volta de 360º, e lá no fim volta a ser uma história com pés e cabeça. Sinceramente é um livro que não recomendo a ninguém, enquanto andava a ler mais de metade do livro sentia-me deprimida.
Muito obrigada à Carlinha pelo empréstimo.
Autor: Alice Kuipers
Data de Publicação: Novembro de 2009
Editora: Editorail Presença
Páginas: 236
ISBN: 978-972-23-4246-9
Há famílias que encontram diferentes registos de comunicação e que apesar de parecerem inusitados à generalidade das pessoas, resultam num perfeito entendimento. Este é o caso deste romance escrito em simples notas deixadas, ao longo de quase um ano, na porta do frigorífico, por mãe e filha. A mãe é uma mulher de 44 anos, divorciada, cuja profissão, médica obstetra, a absorve tanto que não lhe deixa tempo para falar com a filha de 15 anos. Minutos de desencontro que lhe permitem somente deixar pequenas notas coladas na porta do frigorífico da casa onde ambas habitam. Através das notas ficamos a conhecer a vida destas duas protagonistas e a triste notícia de que a mãe sofre de cancro mamário. Um enredo original pautado pelo melodrama.
Um pequeno livro que se lê muito bem e depressa, começa de uma maneira engraçada, mas termina muito emotivo e sentimental, não digo o porquê que é para não revelar o fim, senão depois não tem graça.
É muito diferente daquilo a que estamos habituados/as, mas muito original.
Quero agradecer à Mirita do blog Mira46, o empréstimo do livro, muito obrigada.
Para este segundo desafio pedi à minha cara metade para me escolher 3 livros para eu ler no mês de Fevereiro. Como um apaixonado pela ficção cientifica, escolheu-me 3 obras incontornáveis na óptica dele. Assim para terminar os dois desafios que tenho em aberto tenho 6 livros para ler neste mes. Será interessante.
Desafio 2:
- As cidades mortas - Clifford D. Simak - City
- O Cosmos de Kickaha - Philip José Farmer - A Priavet Cosmos
- Armadilha em Zarkass - Stefan Wul - Piége Sur Zarkass
Desafio 1 - Clássicos
O grande conspirador
Autor: David Liss
Data de Publicação: Outubro 2006
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 351
ISBN: 9789728839710

Sinopse
"Condeno-o à morte por enforcamento, Sr. Weaver, pelo hediondo assassinato que levou a cabo.” Ao ouvir a sentença do juiz, Benjamim Weaver, judeu português, antigo pugilista, actual caçador de criminosos e futuro mestre do disfarce, começa um dos dias mais infelizes da sua vida. Atirado para a terrível prisão londrina de Newgate, Weaver terá de empregar a sua considerável energia e inteligência para fugir para as ruas fedorentas da capital. Na sua mente, apenas um desejo: quem se deu a tanto trabalho para o incriminar por um assassinato que não cometeu? E as coisas só vão piorar, como revela David Liss em O Grande Conspirador, uma novela exuberante na Londres do século XVIII, repleta de acção, aventura, humor e uma teia de conspiração que envolve os mais poderosos do império britânico.
Um livro que sempre me suscitou imensa curiosidade pelos ingredientes e época que abordava. Um "caça ladrões", como é designado na obra, português e judeu, vê-se envolvido num assassinato e numa rápida sentença à morte. Os acontecimentos da obra entram em velocidade relâmpago e de um momento para o outro é julgado, condenado e ajudado a fugir. A sinopse não promete mais que um policial e assim é, contudo a descrição histórica fraqueja em vários momentos, assim como por várias vezes mais parece que nos encontramos na Inglaterra da revolução industrial. As descrições são pobres e não conseguem ajudar no envolvimento do leitor na história. A personagem principal, Benjamin Weaver, consegue gerar alguma simpatia, como a maioria dos heróis injustamente acusados e a tentar provar a sua liberdade. Com alguma pena fica a memória de um livro pouco interessante e de um autor que não deverei repetir.