Mostrar mensagens com a etiqueta Pergaminho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pergaminho. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 29 de julho de 2014

A Odisseia de Homer



Autor: Gwen Cooper
Data de publicação: Março de 2011
Editora: Pergaminho
Páginas: 270
ISBN: 978-972-711-989-9


A última coisa que Gwen Cooper queria era adoptar outro gato. Já tinha duas gatas, para não falar de um emprego em que lhe pagavam uma miséria, e estava a tentar recuperar de uma separação difícil. Até que a veterinária das suas gatas ligou para lhe falar de um gatinho de três semanas, abandonado e maltratado, cujos olhos tiveram de ser retirados cirurgicamente. Gwen era a sua última esperança de encontrar um lar. Foi amor à primeira vista. O gatinho era uma bola de pêlo mínima, preta e assustada e, mesmo tendo consciência das dificuldades que ele enfrentaria por causa da sua cegueira, Gwen decidiu adoptá-lo - e ele tornou-se os olhos pelos quais ela passaria a ver o mundo. Baptizado de «Homer» -- uma homenagem ao poeta grego supostamente cego, criador da Odisseia e do seu herói, Ulisses --, este gatinho cresceu até se tornar um animal forte, confiante, cheio de entusiasmo e com uma vontade inesgotável de brincar! Ou seja, um gato temperamental, divertido e dengoso como qualquer outro. Mas foi a lealdade inabalável de Homer, com sua capacidade ilimitada de amar e o seu entusiasmo por superar obstáculos, que inspirou Gwen a mudar a sua vida e seguir o seu sonho de se mudar para Nova Iorque. Afinal, o seu gatinho cego era um exemplo de força, superação e coragem. E, quando conheceu o homem com quem viria a casar, Gwen percebeu que Homer lhe tinha ensinado a lição mais importante da vida: que o amor não é algo que possa ser visto com o olhar.



Um livro muito sentido e cheio de amor. Realmente nunca pensei que podesse haver gatos cegos que se comportavam tão normalmente, ou melhor nunca pensei que houvesse gatos cegos.
Uma história embora real, muito carinhosa de como com muito amor e carinho se pode ultrapassar qualquer obstáculo.
Confesso que chorei muito ao ler o livro,mas isso não é novidade em questão de livros com animais e crianças sou uma torneira.
Tenho que agradecer ao meu amigo Bruno do blogue os Cartuchos Literários do Guerreiro pelo empréstimo.
E já me esquecia que para além de ser uma história de amor é uma grande lição que este gato nos dá.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Os Doze




Autor: William Glastone
Data da publicação: Outubro de 2010
Editora: Pergaminho
Páginas: 262
ISBN: 978-972-711-955-4


Este romance extraordinário e inesquecível conta a história de Max, um herói invulgar que é lançado pelo destino numa viagem de descoberta do segredo por trás da antiga profecia Maia sobre o final dos tempos - previsto para 21 de Dezembro de 2012. Em criança, Max vivia isolado num mundo feito de padrões numéricos e cromáticos, e só começou a falar aos seis anos de idade. Aos quinze anos sofre uma experiência de quase-morte durante a qual tem uma visão que lhe revela os nomes de doze pessoas. Embora não consiga compreender o sentido desta revelação, Max sente que tem um significado profundo: todos Os Doze parecem estar ligados entre si e todos eles têm um papel a desempenhar no momento em que o mundo chegar ao fim. Através de várias aventuras espetaculares em Jerusalém, Atenas, Londres, Índia, Istanbul, China, Japão e México, vai sendo revelado aos leitores como Max e Os Doze cumprem a missão que o destino lhes reserva: descobrir o verdadeiro sentido da misteriosa data de 21 de Dezembro de 2012.
 Estará a antiga profecia Maia correta? Estará de facto próximo o fim do mundo tal como o conhecemos? Ou haverá um sentido oculto, mais profundo e misterioso, para esta profecia arcana? Combinando elementos do thriller, do romance iniciático e da literatura esotérica, Os Doze é um dos livros mais invulgares e cativantes dos últimos tempos.


Ao ler a sinopse deste livro fui levada a pensar que se tratava de uma história de aventura, mas não era bem assim, visto que eu estava à espera de uma aventura tipo Indiana Jones, e o resultado é um tipo diferente de aventura, uma mais espiritual.
Não gostei nem desgostei do livro, simplesmente tem uma escrita simples e fluída, não é maçador, uma leitura leve que dá para desanuviar.
E pensar que a data de que se fala no livro deu tanta celeuma e controvérsia nos meios de comunicação, e eu como sou do contra só li o livro depois de a data ter passado.